Quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 24 de janeiro de 2023
Presidente trocou o comandante do Exército no último sábado
Foto: Valter Campanato/Agência BrasilO presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que “não foi possível dar certo” a relação com o ex-comandante do Exército general Júlio César de Arruda, demitido do cargo no último sábado (21), menos de um mês depois de ter assumido a função. Segundo o petista, as Forças Armadas não devem “servir a um político”.
Arruda foi substituído pelo general Tomás Ribeiro Miguel Paiva. A troca no comando ocorreu em meio a uma crise de desconfiança provocada pelos atos extremistas de 8 de janeiro.
“Eu escolhi o comandante do Exército [Arruda] e não foi possível dar certo”, disse Lula na segunda-feira (23), durante viagem à Argentina.
“Eu tirei e escolhi outro comandante e tive uma boa conversa com o comandante, e ele pensa exatamente como tudo o que eu tenho falado com a questão das Forças Armadas. As Forças Armadas não servem a um político, elas não existem para servir a um político. Elas existem para garantir a soberania do nosso País, sobretudo contra possíveis inimigos externos e para garantir tranquilidade ao povo brasileiro”, completou o presidente.
Arruda havia assumido interinamente o comando do Exército em 30 de dezembro do ano passado, ainda no governo Jair Bolsonaro. Foi um acerto da equipe de transição de Lula com a gestão anterior para que a troca do comando ocorresse antes da posse do novo governo.
Arruda foi confirmado no cargo pelo ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, no dia 6 deste mês. No dia 8, manifestantes radicais invadiram e vandalizaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. Na ocasião, houve depredação e furtos no Palácio do Planalto, no Supremo Tribunal Federal e no Congresso Nacional.
Em entrevista na semana passada, Lula disse que os serviços de inteligência das Forças Armadas e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) falharam e não o alertaram da possibilidade de ataques extremistas.
Além da crítica, Lula disse na entrevista que era necessário “não politizar” as instituições militares.
No último sábado, dia em que anunciou a troca no comando do Exército, o ministro da Defesa, José Múcio, disse que houve uma “fratura” na confiança. “Evidentemente que, depois desses últimos episódios, a questão dos acampamentos e a questão do dia 8 de janeiro, as relações, principalmente no comando do Exército, sofreram uma fratura no nível de confiança, e nós achávamos que nós precisávamos estancar isso logo de início, até para que nós pudéssemos superar esse episódio”, disse o ministro na ocasião.
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Esse elemento não tem nenhum projeto para o Brasil, só para os compadres
choraaaaaaaaaa
O pinguço L de ladrão foi na Argentina prometer investimento em gasoduto, aqui no Brasil ele não falou uma palavra em investimento, tem que rir desse larápio fedorento
O ESTADISTA trabalha rigorosamente dentro da constituição. JÁ o GOLPISTA queria cooptar o poder usando uma INSTITUIÇÃO de forma errada. VIVA O ESTADISTA LULA . Viva a DEMOCRACIA, que finalmente venceu a barbárie.
O ministro da defesa serve para apalpar o saco do nove dedos, um traidor covarde que não defende o respeito a constituição serve para quê? Apalpar o saco e o povo brasileiro que clama por justiça e transparência pode esperar, como diz o grande ministro do STF, perdeu manè, para isto temos exército, não servem para o que foram graduados, deveriam devolver seus estatus e voltar a ser soldado raso, quando não expulsos.
Medo de golpe, esse vadio , ladrão não deveria se quer falar, deveria estar na cadeia onde e´o lugar de bandido e com a língua fora da boca para não mentir mais, ao seu lado Bolsonaro vcagando em um buraco na Papuda.
mas serviram para quem adora uma rachadinha e mamar na tetinha. Mas ok, tratava-se de cidadãos de bem, mto do bem kkkkkkk a máscara esta caindo a cada dia q passa
E nem servir ladrão
GRANDE VERDADE,MAS ISTO TAMBÉM NAO DEVERIA VALER PARA O STF?
Mas pelo visto está servindo e muito, não só a um político como a toda a quadrilha também formada pelo stf/ste.
Só pode em Cuba ou na Venezuela.