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Política Lula deve deixar encontro com Biden para o início de 2023

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Presidente eleito se encontrou com o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, nesta segunda-feira

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação
Presidente eleito se encontrou com o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, nesta segunda-feira. (Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação)

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, deve ir aos Estados Unidos para se reunir com o presidente norte-americano, Joe Biden, somente depois da posse. A informação foi dada nesta segunda-feira (5) pelo ex-chanceler do governo petista Celso Amorim.

Na semana passada Lula declarou que poderia viajar aos EUA ainda neste ano depois de ser diplomado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na próxima segunda-feira (12), mas nesta segunda-feira, segundo Amorim, durante uma reunião em Brasília com o conselheiro de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Jake Sullivan, ele teria dito que “talvez não seja possível ir antes da posse” e a probabilidade maior é que o encontro fique para o início de 2023.

Após a reunião Lula postou uma foto com Sullivan e disse que está “animado para ir aos Estados Unidos”.

“De tudo se falou, principalmente sobre a última reunião do G20 e sobre a necessidade de uma nova governança mundial”, detalhou Amorim. Outro assunto abordado por Lula com os norte-americanos foi a necessidade de incluir outros países no Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Interesse em cooperação

Segundo Celso Amorim, Sullivan demonstrou interesse em cooperar com o Brasil no G20 para caminhar para uma governança global mais justa. O grupo reúne as 19 maiores economias do mundo e da União Europeia. “Foi uma conversa longa, de quase duas horas. Eles trataram sobre a importância da relação entre os dois países para a paz e a democracia na América do Sul”, disse. O ex-ministro também falou que não foram discutidas ações específicas, mas a necessidade de engajamento das duas nações.

Além de Lula e Sullivan, participaram do encontro Juan Gonzales, assessor do governo dos EUA para a América Latina; Ricardo Zúñiga, vice-secretário de Estado para assuntos de Hemisfério Ocidental; e Douglas Koneff, encarregado de Negócios da embaixada no Brasil.

Do lado do governo de transição, além de Amorim, também estavam presentes o senador Jaques Wagner (PT-BA) e o ex-ministro da Educação Fernando Haddad.

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Fernando Krause
6 de dezembro de 2022 11:41

Getúlio teve coragem… já o teu ídolo é um baita covarde!

Miltch Mitch
6 de dezembro de 2022 01:52

TORÇO PARA O LULA FAZER IGUALZINHO AO GETULIO. SAIR DO BANDITISMO PARA ENTRAR NO OSTRACISMO.

Vanderlei Ochoa
5 de dezembro de 2022 19:27

O ESTADISTA LULA sempre surpreendendo positivamente o povo e o Brasol. Nossos parabéns ESTADISTA LULA. Tivemos somente 2 estadistas no Brasil em toda sua hidtória. !. GETULIO DORNELES VARGAS e LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA.

Denise Goulart de Munhós
5 de dezembro de 2022 19:58

Que vão se encontrar no Hades!!!

Alex Warp
6 de dezembro de 2022 12:48

KKKkkkkkkkkkkkkkk, ele não pode ir para os EUA, por medo de ser preso, tudo relacionado a corrupção na Petro e afins, Alem do Nine alguns de seus companheiros, tbm não querem colocar os pés no EUA, enquanto eles não tiverem imunidade parlamentar ficam por aqui na vizinhança vermelha da America Latina. Como diz o robozinho abaixo este é o nosso estadista LULA, que vive com medo de ser preso, ah se não fossem seus pares no STF.

Fernando Krause
6 de dezembro de 2022 18:32

Se entrar nos EUA, a severa e implacável justiça americana pode ordenar a prisão do criminoso condenado por corrupção internacional…
Lá os bandidos e criminosos condenados não tem maracutaias e manobras jurídicas, como acontece por aqui. Principalmente na Suprema Corte, que não se envolve com política e é o exemplo máximo deles.

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