Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 5 de dezembro de 2022
Novo Ministério de Minas e Energia do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ter uma nova política de preços para a companhia
Foto: DivulgaçãoO coordenador do grupo de técnico (GT) de Minas e Energia, Maurício Tolmasquim, afirmou, após reunião com representantes da Petrobras, que não foram identificados problemas urgentes na estatal. Esse foi o segundo encontro entre os membros, realizado na sede da empresa, no Rio de Janeiro.
Maurício disse ainda que não há preocupação em relação aos estoques de combustíveis, que têm nível suficiente para a reta final do ano. “A reunião foi muito boa. Uma das questões importantes é que podemos ficar tranquilos com a questão de estoque. Existem estoques suficientes para esse final de ano”, confirmou o coordenador.
Política de preços
Outro assunto importante abordado na reunião foi a política de preços da Petrobras, que prevê equilíbrio com o mercado internacional e é alvo de críticas de membros do grupo técnico. Segundo Maurício, o novo Ministério de Minas e Energia do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve ter uma nova política.
“Hoje, a gente entendeu melhor como é feita a política de preços interna da Petrobras. O novo Ministério de Minas e Energia vai ter uma política do governo que será nova. Não necessariamente quer dizer que a Petrobras vai mudar a política, mas haverá uma política determinada pelo Ministério de Minas e Energia para o país”, completou.
Maurício destacou ainda que vão ser analisadas possíveis alterações no plano estratégico de 2023 a 2027 apresentado pela Petrobras na semana passada. O GT tinha pedido à estatal que adiasse a apresentação, mas a estatal informou que não poderia atrasar a divulgação do plano. Ao mesmo tempo, a empresa informou que ele poderia ser alterado pela nova diretoria.
Distribuição de superdividendos
O documento, que estabelece as metas para os próximos quatro anos, mantém a atual política de distribuição de superdividendos, também criticada pelos membros da transição, e investimentos na produção de óleo e gás.
O encontro desta segunda-feira (5) também teve a presença do senador Jean Paul Prates, do PT do Rio Grande do Norte, principal nome cotado para ser presidente da estatal.
O grupo da transição deve permanecer na capital fluminense até quarta-feira (7), onde também vai se reunir com representantes da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis e da Empresa de Pesquisa Energética.
O objetivo é levantar informações sobre a situação atual do setor no país e identificar se há ações emergenciais que precisem ser adotadas.
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Está tudo bem com a Cia, saudável financeiramente e crescendo, pronta para ser saqueada novamente pela quadrilha que volta à cena do crime.
Eles estão prontos para saquear novamente a empresa, o engraçado é que não identificaram problemas urgentes, imagina, empresa com lucros, distribuindo dividendos (antes que falem, o grosso dos dividendos é do próprio governo), dívida sendo reduzida mês a mês, voltando 04 anos no tempo, o que eles diriam, empresa extremamente saudável, um pequeno prejuízo, uma dívida irrisória, uma leve queda no valor da empresa na B3, problemas na justiça brasileira e americana apenas de erros contábeis, compra de uma refinaria de U$$ 50mi, por U$$750mi, como disse a Dilma, não li todo o relatório para esclarecer a péssima compra, errar… Leia mais »