Quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Lulinha processa candidato a vice de Flávio Bolsonaro por causa de vídeo com inteligência artificial que o associa à corrupção

Compartilhe esta notícia:

Ação foi movida contra o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar. (Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados)

O filho do presidente Lula, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, entrou com uma ação contra o candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, Alfredo Gaspar. A medida foi protocolada na segunda-feira (24) na Justiça de São Paulo e pede o pagamento de uma indenização de R$ 10 mil por danos morais.

Na peça, a defesa de Lulinha, representada pelo advogado Marcelo Pacheco, denuncia um vídeo produzido com inteligência artificial, divulgado por Gaspar nas redes sociais X e Instagram. Nele, Fábio Luís é acusado de corrupção, tráfico de influência e desvios de recursos de aposentados e pensionistas do INSS. No material, o filho de Lula é apresentado como “estrela da corrupção” e inserido em uma narrativa que o associa diretamente a práticas criminosas, inclusive por meio da afirmação de que “eles roubaram”.

Recursos sintéticos

Segundo a defesa de Lulinha, o conteúdo do vídeo descontextualiza fatos e imagens para construir, por meio de recursos sintéticos, uma associação entre o filho do presidente e condutas ilícitas que não teriam respaldo na realidade.

Remoção imediata

A ação pede a remoção imediata do vídeo e a proibição da sua republicação com as mesmas imputações, além da indenização. A defesa de Fábio Luís também requer que as plataformas X e Instagram tornem os conteúdos indisponíveis e que sejam fornecidos dados relacionados à circulação dessas publicações.

Impacto e circulação

A defesa de Lulinha argumenta que, ao contrário de figuras públicas com mandato ou cargos eletivos, ele não exerce função pública e, portanto, a crítica política contundente não justifica ataques pessoais, sobretudo com acusações criminais não comprovadas. O documento enfatiza ainda a amplificação do conteúdo por meio da inteligência artificial, potencializando seu impacto e circulação.

Essa é a terceira ação que Lulinha move contra políticos que produziram material ofensivo contra ele. Os outros dois processos foram direcionados aos candidatos à Presidência Flávio Bolsonaro e Romeu Zema. As informações são do jornal O Globo.

 

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Lula volta a cobrar o presidente do Senado por votação da proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1 no País
Apuração da Polícia Federal sobre Lulinha indica três tentativas frustradas de fechar contratos no Ministério da Saúde
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x