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Notícias Maior ação anticorrupção já realizada no país ganhou reforço de cinco subprocuradores da República

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O Conselho Superior do MPF, presidido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aprovou cinco nomes de subprocuradores-gerais que darão prioridade às ações na Corte que envolvem as investigações do esquema de corrupção na Petrobras. (Foto: Wilson Dias/ABr)

Uma força-tarefa de subprocuradores-gerais da República passará a atuar exclusivamente nos processos da Operação Lava-Jato que estão sob o crivo do STJ (Superior Tribunal de Justiça). O Conselho Superior do MPF (Ministério Público Federal), presidido pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aprovou cinco nomes – subprocuradores-gerais que darão prioridade às ações na Corte que envolvem as investigações do esquema de corrupção na Petrobras.
Eles se somarão aos 13 que já atuavam na investigação, que são coordenados pelo procurador gaúcho Douglas Fischer.
O STJ detém competência, por exemplo, para processar governadores. Em delação premiada, o doleiro Alberto Youssef e o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa citaram deputados, senadores, ex-parlamentares e também governadores como supostos beneficiários do esquema de propinas que se instalou na estatal entre 2004 e 2014. A proposta é da Câmara de Combate à Corrupção do MPF. A força-tarefa foi criada para dar mais agilidade e tratamento uniforme às ações judiciais e processos correlatos que tramitam no STJ. Os subprocuradores nomeados são Francisco de Assis Vieira Sanseverino, José Adônis Callou de Araújo Sá – que já estavam trabalhando com os processos da Lava Jato – , Maria Hilda Marsiaj Pinto, Mario José Gizi e Áurea Maria Etelvina Pierre.

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