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Notícias Ministro da Casa Civil acusa Eduardo Cunha de manobras pró-impeachment

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Jaques Wagner, então ministro da Casa Civil (Foto: Antonio Cruz/Abr)

O ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, usou, na segunda-feira, as redes sociais para criticar o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), contra a tramitação do impeachment, e mostrou confiança no resultado do processo. “Vamos obter muito mais do que os 171 votos necessários para barrá-lo porque esse processo, que nasceu como um instrumento de vingança, não tem fundamentação jurídica para seguir em frente”, afirmou.
Wagner ainda elogiou a posição do STF (Supremo Tribunal Federal) a respeito do trâmite do caso, ao afirmar que a Corte anulou “as manobras regimentais do presidente da Câmara”.
“Eu, a presidenta Dilma e todo o governo estamos confiantes de que o processo de impeachment não sobreviverá aos primeiros testes na Câmara”, concluiu.
Wagner voltou a reconhecer falhas do governo na condução da economia nacional. “Temos plena consciência de alguns erros que cometemos e das dificuldades que precisamos vencer na economia.”
Na semana passada, em entrevista a uma rádio, o ministro apontou como equívocos, por exemplo, “desoneração exagerada” e “programas de financiamento que foram feitos em um volume muito maior do que a gente aguentava”. Na segunda-feira, ele ponderou, porém, que “impopularidade não é crime”. “É um defeito, um problema que vamos seguir trabalhando para resolver.”

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