Terça-feira, 07 de Julho de 2020

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Capa – Caderno 1 Mais de 3.500 motoristas foram abordados em blitze da Operação Balada Segura em apenas uma noite no Rio Grande do Sul

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Foram recolhidos 122 veículos durante a fiscalização. (Foto: Palácio Piratini)

A madrugada de sábado (11) para domingo (12) foi de fiscalização intensa nas ruas e rodovias brasileiras, com a edição de agosto da Mobilização Nacional da Lei Seca. No Rio Grande do Sul, órgãos de trânsito de municípios que realizam a Operação Balada Segura abordaram 3.569 veículos, realizando 1.015 testes de bafômetro e autuando 60 condutores por dirigirem sob efeito de álcool.

A mobilização gaúcha também resultou em 122 veículos recolhidos, 73 documentos irregulares apreendidos e 22 prisões por embriaguez ao volante. Realizada pela primeira vez em setembro de 2017, a Mobilização Nacional da Lei Seca tornou-se permanente no calendário dos órgãos de trânsito brasileiros desde janeiro deste ano.

Com edições mensais, a operação integrada prevê a realização simultânea de blitzes da Lei Seca, com pontos de bloqueio em ruas e avenidas espalhadas por pontos estratégicos de todo o País. Neste mês, foi realizada a nona edição.

Dados do Brasil

Dados parciais da última operação nacional computam 9.829 abordagens e 7.083 testes de bafômetro realizados em todo Brasil. Pelo menos 542 motoristas foram autuados por dirigir sob influência de álcool.

Excesso de velocidade

No domingo, quando foi celebrado o Dia dos Pais, equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) flagraram mais de 800 veículos trafegando acima do limite de velocidade permitido na Freeway, entre Porto Alegre e Gravataí.

A maior velocidade registrada foi 184 quilômetros por hora em um flagrante de disputa de racha na Capital. O infrator conduzia uma motocicleta. Ele foi multado em 880 reais pelo excesso de velocidade e em quase 3 mil reais pela disputa de corrida. Além disso, terá a CNH (carteira nacional de habilitação) suspensa.

Outra motocicleta foi flagrada transitando a 164 quilômetros por hora com a placa adulterada. Segundo a PRF, essa prática costuma ser adotada para evitar multas de radar fotográfico.

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