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Economia Mais de 644 mil empregos com carteira assinada foram criados no Brasil em 2019, o melhor resultado em seis anos

Na Região Sul, foram abertas 143.273 vagas

Foto: Ricardo Giusti/PMPA
(Foto: Ricardo Giusti/PMPA)

O Brasil criou 644.079 empregos com carteira assinada em 2019, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Ministério do Trabalho. O número resulta da diferença entre as contratações, que totalizaram 16.197.094 no ano passado, e as demissões, que chegaram a 15.553.015.

Esse foi o segundo ano seguido de geração de vagas formais e, também, o melhor resultado desde 2013, quando foram criados 1,117 milhão de empregos com carteira assinada. Portanto, é o maior número de vagas com carteira assinada abertas em seis anos.

Os oito setores da economia abriram vagas no ano passado. O setor de serviços foi o que mais criou empregos. Em 2019, o salário médio de admissão foi de R$ 1.626,06.

As cinco regiões do País tiveram desempenho positivo no mercado de trabalho. O melhor resultado ocorreu na Região Sudeste, com 318.219 novas contratações formais. Na Região Sul, foram 143.273.

De acordo com o secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, o aumento na criação de empregos formais é “mais um sintoma de retomada da economia brasileira e da confiança do empresariado na política econômica do governo”.

“A indústria, depois de anos registrando dados negativos, voltou a reagir, puxada também pela construção civil”, acrescentou. Em 2019, a indústria criou 18 mil empregos formais.

Para 2020, a expectativa do secretário de Trabalho do Ministério da Economia é de que a geração de empregos “encoste” em 1 milhão de vagas formais, se a economia brasileira crescer 3%.

Empregos formais

Com a abertura de postos com carteira assinada em 2019, o Brasil fechou o ano com um estoque de 39,05 milhões de vagas de empregos formais existentes. No fim de 2018, o saldo de empregos formais estava em 38,43 milhões.

O resultado de 2019 representa o estoque mais alto desde o fim de 2015, quando 39,23 milhões de pessoas ocupavam empregos com carteira assinada.

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