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Rio Grande do Sul Mesmo sem Alertas ou Avisos, governo gaúcho reforça a importância da dose de reforço contra a Covid

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Na última semana, a média móvel de casos confirmados de Covid-19 cresceu em 15% no RS.

Foto: Fabrícia Costa/CRS/Divulgação
São 672.494 óbitos e 32.610.830 casos conhecidos registrados de Covid-19 desde o início da pandemia. (Foto: Fabrícia Costa/CRS/Divulgação)

O Gabinete de Crise decidiu nesta quarta-feira (11) pela não emissão de Alertas ou Avisos no Sistema 3A de Monitoramento, responsável pelo gerenciamento da pandemia no Rio Grande do Sul. É a nona semana sem Alertas ou Avisos no Estado.

O Gabinete de Crise identificou um leve aumento no número de casos confirmados no Estado. “Embora não haja, neste momento, preocupação em relação a internações, o governo do Estado aponta a importância de que a população busque a dose de reforço da vacina contra a Covid-19”, diz nota do governo gaúcho. Cerca de 79,5% da população residente no RS está com o esquema vacinal primário (duas doses) completo, mas apenas 49,9% tomou a dose de reforço, completando o esquema vacinal.

Até o momento, 93,1% da população vacinável do Estado já recebeu pelo menos uma dose ou dose única; 84,8% está com o esquema primário completo (com a segunda dose ou dose única); e 53,2% das pessoas já receberam três doses do imunizante.

Na última semana, a média móvel de casos confirmados de Covid-19 cresceu em 15%. Com isso, a incidência semanal no Estado é 132,2 casos a cada 100 mil habitantes.

No mesmo período, o número de pacientes internados, entre suspeitos e confirmados, aumentou em 13 –  23 a mais, em leitos clínicos, e 10 a menos, em UTI. No momento, a taxa de ocupação das UTIs do RS é de 67,5%. Houve 44 óbitos na semana, média de 6,3 óbitos por dia.

A média móvel dos últimos sete dias de internados em leitos clínicos, entre suspeitos e confirmados, é de 341. Isso representa uma estabilidade percebida desde 25 de abril, embora exista elevação nos últimos três dias. Já a média móvel do mesmo período de internados em UTIs, entre suspeitos e confirmados, é de 139, o que também evidencia uma estabilidade nas últimas três semanas.

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