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Colunistas Ministério Publico Eleitoral pede cassação do deputado Valdir Bonatto, do PSDB

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Ministério Público Eleitoral pede a cassação do deputado Valdir Bonatto, do PSDB. (Foto: Priscila Muzykant)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

O Ministério Publico Eleitoral ingressou com ação pedindo a condenação do deputado estadual eleito Valdir Bonatto, do PSDB. Bonatto, que tomou posse ontem no mandato de deputado estadual, é acusado pelo MPE de ter utilizado servidores públicos da prefeitura de Viamão na sua campanha eleitoral. Cerca de 400 servidores que, segundo o Ministério Público, participaram ativamente da campanha, “estranhamente” foram colocados em férias no período de campanha eleitoral.

O MPE obteve depoimento de servidores indicando que, nos meses de setembro e outubro de 2022, o registro de ponto deixou de ser biométrico, sendo realizado de forma manual, permitindo que agentes comunitários realizassem atos de campanha em favor de Bonatto durante o horário de expediente. No pedido, o MPE requer a condenação de Bonatto, por “conduta vedada a agente público, com a cassação do registro ou diploma”. Os suplentes do PSDB/Cidadania que formaram uma Federação, são Jessé Sangali 21.591 votos/Cidadania, Zilá Breitenbach 21.521 votos/PSDB, Mateus Wesp 21.054 votos/PSDB e Viana 19.185 votos/PSDB.

Governo Lula “não dura muito tempo se continuar como está”

Na breve palestra que fez na noite de terça-feira para um grupo de amigos e apoiadores em Orlando, o ex-presidente Jair Bolsonaro fez uma rápida avaliação de algumas medidas do atual governo, e comentou os “vexames” que o ministro da Fazenda Fernando Haddad vem pagando no comando da pasta. Com base no que tem visto do governo Lula, Bolsonaro foi taxativo: “não dura muito tempo se continuar como está”. Sobre as próximas eleições,deixou o recado de que “eu não morri para a política”.

Lira, campeão de votos na Câmara

Na eleição em que o deputado Artur Lira (PP-AL) conseguiu a maior votação absoluta de um candidato à Presidência da Câmara dos Deputados nos últimos 50 anos, os dois oponentes marcaram presença. O deputado Chico Alencar (Psol-RJ), lançado pela Federação Psol-Rede, teve 21 votos e o deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) obteve 19 votos. Apenas 5 votos foram brancos.

Lira conquistou os deputados com bons argumentos

Artur Lira jogou pesado nesta eleição: liberou para os deputados federais um aumento de 56% no valor do valor auxílio-moradia. O benefício passa de R$ 4.253 para R$ 6.654.

Com a máquina pública a favor, Pacheco vence no Senado

No Senado, a vitória de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) por 49 votos foi considerada um sinal de alerta para o governo. Na véspera, Lula despejou no senado 11 senadores que ocupam cargos nos ministérios. Nos corredores, os comentários mais maliciosos falavam em benefícios de até R$ 15 milhões para troca de voto. Ao final, Pacheco conseguiu apenas 8 votos além do mínimo necessário. Os 32 votos de Rogério Marinho sinalizam que o governo não terá facilidades no Senado.

IPE Saúde vai dar o que falar

O governo gaúcho acertadamente vai priorizar a busca de uma solução para o IPE Saúde, o sistema de saúde dos servidores públicos que atende atualmente a 1,027 milhão de pessoas. Em meio à busca de soluções, surgem indícios de que o IPE Saúde precisa de auditagem mais rigorosa na liberação dos pagamentos aos prestadores. Algumas lendas dentro do instituto mencionam o pagamento de cirurgia para testículos em uma segurada mulher e uma emergência de gravidez tubária em uma mamãe de 56 anos. Só pode ser lenda…

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

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Ck Ps
2 de fevereiro de 2023 10:36

Governo Lula “não dura muito tempo se continuar como está”

sabe o q vai durar? bolsonaro perambulando pelo planeta e com problemas de visto, fugindo e com medo da justiça. Sem dúvida isso vai durar. Bolsonaro foi aos yankees falar mal do nosso pais, qual novidade q ele faria isso? todo mundo sabia q essa seria a tática do derrotado para manter seus adeptos criando fake e mais fake o tempo todo contra qquer adversário. Toda seita tem sempre o mesmo funcionamento. Nenhuma novidade

Jorge Schröder
2 de fevereiro de 2023 11:14

O preço que Luís vai pagar por comprar votos ao Pachequinho, vai custar caro…. é difícil demais agradar os sedentos benaventurados senadores de tomaládacá.

Vanderlei Ochoa
2 de fevereiro de 2023 11:46

Vai catar piolho em macaco , cabo eleitoral dos terroristas.

Fernando Krause
2 de fevereiro de 2023 12:35

Nestas negociações espúrias de toma lá, dá cá, não tem almoço grátis…

Cezar Roldão Schuaste
2 de fevereiro de 2023 12:49

Agora sim temos um desgoverno com gabinete do ódio, um presidente fofoqueiro, intrigueiro e mentiroso.

Fernando Krause
2 de fevereiro de 2023 18:31

E os “diálogos cabulosos” PT/PCC?

Adalberto Meneguzzi
2 de fevereiro de 2023 14:16

Foi o que fez, com o apoio dos CuPinXas, abestado!

Vanderlei Stefani
2 de fevereiro de 2023 13:21

O Lula poderia fazer igual aos milicianos, conseguir votos através de coação e ameaças.

Denise Goulart de Munhós
2 de fevereiro de 2023 19:44

Diante do “status quo” instalado no Brasil, há que se viver o individualismo, ou seja, abandonar os ideais de bem-estar para a sociedade como um todo e viver ” de si para si”, trabalhando e pagando impostos. Jesus Cristo há tempos já disse: ” Dai a César o que é de César”. Filantropia e ações sociais que fiquem a cargo dos governos! Os pagadores de impostos pagam muito bem aos governos! E todos os brasileiros que puderem devem migrar para os EUA ou países da Europa ou outros continentes, onde efetivamente haja democracia e liberalismo.

Denise Goulart de Munhós
2 de fevereiro de 2023 19:46

Bolsonaro deveria adotar a filosofia de Alberto Caeiro, heterônimo Fernando Pessoa: ” Não tenho preferências para quando já não puder ter preferências.”

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