Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 20 de maio de 2023
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, teve a carteira furtada na última quinta-feira (18), na cidade de Veneza, na Itália, a caminho da bienal da cidade. Segundo a assessoria da chefe da pasta, o crime aconteceu quando a gestora estava em um ônibus aquático.
De acordo com a equipe de Margareth Menezes, o autor do crime levou dinheiro, documentos e cartões da ministra. A suspeita é de que o furto tenha ocorrido enquanto ela gravava um vídeo para as redes sociais falando da importância da participação brasileira no evento.
O furto foi registrado na polícia local e é investigado. A equipe da ministra informou ainda que Margareth Menezes recebeu um pedido de desculpas oficial do prefeito de Veneza, Michele Di Bari. Os dois se encontraram pessoalmente.
Ao jornal Folha de S.Paulo, a ministra considerou o incidente como “lamentável”, mas ressaltou que a comitiva do Ministério da Cultura “está sendo muito bem recebida” em Veneza.
“O prefeito e toda equipe estão sendo muito atenciosos. Ele nos recebeu e pediu desculpas. Além disso, a Bienal está linda, e o Brasil muito bem representado no nosso Pavilhão”, afirmou.
Bienal de Veneza
O Ministério da Cultura participa da 18ª Bienal de Arquitetura de Veneza, considerado um dos eventos culturais mais importantes e tradicionais do mundo. A ministra Margareth Menezes esteve na abertura do Pavilhão do Brasil na quinta-feira (18) e depois fez uma visita guiada à exposição “Terra”. Pela primeira vez na história, o Pavilhão do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza foi ganhador do Leão de Ouro de Melhor Participação Nacional. A conquista, confirmada neste sábado (20) foi para a exposição “Terra”, com curadoria de Gabriela de Matos e Paulo Tavares.
O ministério fez um aporte de R$ 1,5 milhão de investimento para a realização da mostra brasileira. Segundo a assessoria da pasta, a viagem para Itália dá sequência à agenda de reconstrução do intercâmbio cultural internacional do Brasil.
“A arquitetura brasileira é um vetor de projeção internacional do país. É com muito prazer e senso de responsabilidade que participo da Bienal e neste ano estamos aqui para apresentar a mostra “Terra”, que traz o Brasil do Xingu, da Amazônia brasileira, como laboratório de futuro de cuidado ambiental. Ela representa os territórios indígenas, quilombolas e os terreiros de candomblé do país”, afirmou a ministra Margareth Menezes.
A visita guiada da ministra à exposição foi feita pelos curadores Gabriela de Matos e Paulo Tavares. No mesmo dia, a chefe do Ministério da Cultura se reuniu com a curadora da Bienal, Lesley Lokko.
Já na sexta-feira (19), houve uma visita guiada ao Arsenale, a principal exposição da mostra de arquitetura, seguida de visita ao Estúdio do artista Joseph Kosuth, no Palazzo Fontana Rezzonico. As informações são do portal de notícias G1.
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