Quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 11 de abril de 2025
"Confio muito na palavra do Hugo Motta de que esse projeto não irá a voto, até porque, se for, cria uma crise institucional", declarou Gleisi
Foto: Reprodução/Canal GovA ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), afirmou que confia na promessa do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), de não colocar em votação o projeto de lei que concede anistia aos envolvidos nos atos extremistas de 8 de janeiro de 2023.
“Confio muito na palavra do Hugo Motta de que esse projeto não irá a voto, até porque, se for, cria uma crise institucional, como ele mesmo disse. Eu acho que essas assinaturas que alguns parlamentares estão fazendo, dos partidos, têm muitos que estão desavisados sobre o conteúdo do projeto. Querem realmente uma mediação com aquelas penas para aqueles que participaram dos atos de 8 de janeiro, mas o projeto que está lá é um projeto que dá anistia ao Bolsonaro e aos generais, isso não está explicitado”, afirmou Gleisi na quinta-feira (10).
“Está faltando esclarecimento sobre isso. Falar sobre anistia ou mediação de pena em relação a algumas pessoas do 8 de janeiro eu acho que é defensável do ponto de vista de alguns parlamentares. Acho que a gente até pode fazer essa discussão no Congresso. Mas o que está ali são os responsáveis. Isso não pode acontecer jamais”, completou.
A proposta de anistiar os envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília, segue avançando na Câmara dos Deputados, com articulação direta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e apoio crescente de parlamentares ligados à sua base.
A medida alcançou as assinaturas necessárias para tramitar em regime de urgência e ir direto ao plenário. Nos últimos dias, Bolsonaro intensificou os contatos com deputados e, na quarta-feira (9), se reuniu pessoalmente com o presidente da Câmara, que tem sinalizado resistência à proposta, mas admitiu que, caso o número mínimo de assinaturas fosse atingido, levaria o tema ao colégio de líderes.
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Quando o cumpanhero chefe mor foi anistiado pelos militares, aí tudo certo, aprovado.Nada como um dia após outro. Será que ela não sabe que tem deputados cumpanhero que assinaram o projeto de anistia.
Anistia JÁ
Esse Motta faz parte da clã na paraiba. Avô avó pai mãe tio tia cunhado etc todos sempre ficaram nas prefeituras e camara deputados, este jantar o xandovyski deu um recado a ele” vc bota projeto anistia em pauta, e eu acabo com a vida de vcs” . No outro dia Motta mudou o discurso. Esse Motta foi aquele que mandou asfaltar uma estrada até a entrada da fazenda. É foooooda
Política, poder e justiça não caminham de mãos dadas. E, quando a própria justiça decide optar por um lado, ela passsa a existir apenas no nome.
Ela tem razão, afinal quem vai levar o prjeto da Anistia para votação será a maioria dos deputados, não será o Motta.