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Política Ministro Alexandre de Moraes nega cerceamento de defesa e diz que não há corte mais célere que o Supremo

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Questionado sobre a morte na Papuda, em novembro, de Cleriston Pereira da Cunha, ele disse que foi uma fatalidade.

Foto: Jose Cruz/Agência Brasil
Questionado sobre a morte na Papuda, em novembro, de Cleriston Pereira da Cunha, ele disse que foi uma fatalidade. (Foto: Jose Cruz/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes disse, em entrevista para o documentário “8/1: A Democracia Resiste” que “houve uma força-tarefa desde a audiência de custódia até julho, que é o recesso no Supremo. Nós fizemos todas as audiências de instrução dos 232 casos mais graves. Audiência de custódia com participação dos advogados, como determina a lei. Acompanhamento de todos os advogados durante todo o processo. Advogados que não compareciam eram intimados para uma nova audiência. Se não comparecessem, a Defensoria Pública, que está sendo extremamente competente e eficiente”.

Advogados de manifestantes questionaram o uso do plenário virtual no julgamento – e não do plenário físico, quando há sustentação oral. Moraes rebateu as críticas.

“Em primeiro lugar, o que se coloca não é a eficiência nem celeridade do Judiciário. Os Estados Unidos levaram três anos para começar o julgamento. Nós aqui no STF, até agora, recebemos mais de 1.600 denúncias. As investigações foram feitas, foram julgados já 32 e há 164 ações penais. Eu, como relator, já liberei pro revisor para julgamento. Então, assim que o revisor liberar, porque há essa previsão legal, outros 166 serão julgados. Isso, dos 230 que cometerem crimes mais graves. Ou seja, já estamos acabando com todos os processos. Nos outros casos, a Procuradoria já está oferecendo acordos de não persecução penal também. Mais uns dois ou três meses vamos encerrar.”

Moraes afirmou que teve o “cuidado” de colocar, como relator, os três primeiros casos no plenário presencial porque eram as três grandes teses: a invasão do Planalto, a invasão do Congresso e aqueles que transitaram pelos dois. “Não havia ainda caso do Supremo porque no STF ninguém foi preso em flagrante. Então, as ações sobre o Supremo estão chegando agora.”

Questionado sobre a morte na Papuda, em novembro, de Cleriston Pereira da Cunha, que cumpria prisão preventiva por envolvimento nos atos de 8 de janeiro, ele disse que foi uma fatalidade.

Segundo a Vara de Execuções Penais (VEP) do Distrito Federal, ele teve um mal súbito e morreu. À época, Moraes informou que Cleriston recebia atendimento médico regular na prisão. A defesa de Cleriston havia pedido, em agosto, para que ele cumprisse medidas cautelares – como o uso de tornozeleira eletrônica – em casa. Em setembro, a Procuradoria-Geral da República concordou com o pedido. O ministro Moraes não chegou a proferir decisão sobre o caso.

“São críticas fúteis e vazias. Até porque a decisão seria pela manutenção da prisão, como já eu tinha dado três decisões anteriores. O que ocorre é que, toda semana, todas as defesas pedem novamente a liberdade provisória. Então, não é possível que toda semana você tenha que imediatamente rever. O que ocorre é o seguinte: você analisa, por exemplo, se eu indeferir hoje uma liberdade provisória e amanhã, imediatamente, vem outro pedido, você vai entrar no final da fila, porque são 1.600 pedidos só nisso. É importante lembrar que o meu acervo no Supremo não é só isso.”

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Luiz Carlos Rozzo Bidio Rosa
5 de janeiro de 2024 09:36

Dale Xandão ?

Mario Santana de Almeida
5 de janeiro de 2024 19:11

Lambe botas sem argumentos. Está se ferrando e dando risada. Ah, mas os outros também estão, então, hahahahha. Estúpido.

Toni Fernando Vargas Herzer
5 de janeiro de 2024 14:36

Da análise de suas leituras, postagens, amigos e de outros detalhes do seu Face, modifico minha “dedução” sobre seu petismo. O sr deve ser (ou ter sido) professor universitário (PUC?), responsável direto pala formação de militantes de esquerda. Deve ter algum parente direto envolvido nas ações terroristas na década de 1960/70 (logicamente para “derrotar a ditadura e restabelecer a democracia no Br”) e disto resultou seu profundo ódio por tudo que “cheire a direita”, ocasionando aquela conhecida doença chamada de escravidão cognitiva, ou seja, há uma barreira que impossibilita qualquer entrada de oxigênio ideológico em seu cérebro stalinista.

Vanderlei Ochoa
5 de janeiro de 2024 10:55

Graças ao STF , hoje não estamos embaixo das patas da direta golpista. Obrigado Ministro.

Fernando Krause
5 de janeiro de 2024 11:06

Estranho o mesmo juízo não ter sido aplicado aos “manifestantes democráticos” da CUT e demais sindicatos lulopetistas cumpanheros, que em 2017 tentaram um golpe de Estado para derrubar o governo Temer, invadindo, depredando e até incendiando prédios públicos em Brasília…
Porque será que nenhum “manifestante” foi preso, identificado, processado nem julgado…
A mesma lei, porém com juízos diferentes…

Andre Palo
5 de janeiro de 2024 13:26

HITLER brasileiro….

Toni Fernando Vargas Herzer
5 de janeiro de 2024 14:07

Além de tudo, é mau piadista.

Marcelo Stumpf
5 de janeiro de 2024 15:00

Mas tu é um puxa saco de bandido mesmo, deve ter o mesmo caráter!!!

Vanderlei Stefani
5 de janeiro de 2024 14:23

Parabéns Exmo Ministro Alexandre de Moraes, guardião da democracia brasileira.

Vanderlei Stefani
5 de janeiro de 2024 18:15

A PAPUDA tá lotada de Patriotários caluniadores igual o Marcelo Stumpf.

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