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Política Ministro Augusto Heleno afirma que críticas sobre o desmatamento na Amazônia visam “derrubar o governo Bolsonaro”

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"Usam argumentos falsos, números fabricados e manipulados", declarou o general

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
"Usam argumentos falsos, números fabricados e manipulados", declarou o general. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, disse nesta segunda-feira (21) que as críticas de “nações estrangeiras” sobre o desmatamento na Amazônia visam “prejudicar o Brasil e derrubar o governo Bolsonaro”. O general não citou nenhum país especificamente.

O ministro deu a declaração durante uma audiência pública no STF (Supremo Tribunal Federal), que discutiu a ação movida por quatro partidos políticos que contestam o atraso do governo na aplicação dos recursos do Fundo do Clima.

“Não podemos admitir e incentivar que nações, entidades e personalidades estrangeiras, sem passado que lhes dê autoridade moral para nos criticar, tenham sucesso no seu objetivo principal, obviamente oculto, mas evidente para os não inocentes, que é prejudicar o Brasil e derrubar o governo Bolsonaro”, disse Heleno.

Segundo ele, alguns brasileiros têm se aliado a estrangeiros que “jamais pisaram na Amazônia e conhecem a floresta por fotos” para apresentar ao mundo o Brasil como “vilão” do desmatamento e do aquecimento do planeta.

“Pior. Usam argumentos falsos, números fabricados e manipulados e acusações infundadas para prejudicar o Brasil. É preciso deixar claro que a Amazônia brasileira nos pertence. E nos foi legada grandiosa e cobiçada graças ao heroísmo e obstinação de nossos antepassados”, continuou o ministro.

Heleno disse ainda, sem citar nomes, que esses “alguns poucos brasileiros” se aliam às propostas de prejudicar o Brasil porque, na visão do ministro, não aceitam a “alternância de poder” que a eleição de Bolsonaro representou.

“Se sentem cada vez mais distantes da possibilidade de voltar ao comando do País e retornar à catastrófica obra que conduziram por três décadas, não conseguem omitir seus pensamentos obtusos”, disse o ministro.

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