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Economia Ministro da Economia Paulo Guedes compara reajuste salarial para servidores à tragédia de Brumadinho

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"Reajuste geral para funcionalismo é inflação subindo", destacou Guedes

Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil
"Reajuste geral para funcionalismo é inflação subindo", destacou Guedes. (Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Economia, Paulo Guedes, criticou os servidores públicos que têm pedido aumento salarial, alegando que isso traria inflação e que um reajuste geral seria um desastre similar ao do rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais.

Em mensagens enviadas a integrantes do governo, Guedes afirmou que, se o Executivo aumentar salários “e a doença voltar”, em referência à pandemia de Covid-19, o País vai quebrar.

“Quem pede aumento agora não quer pagar pela guerra contra o vírus. Está dizendo ‘já tomei minha vacina, agora quero reposição de salário: não vou pagar pela guerra ao vírus’”, afirmou ele em um trecho das mensagens.

“Reajuste geral para funcionalismo é inflação subindo, Brumadinho e Macri nas eleições! Brumadinho: pequenos vazamentos sucessivos até explodir barragem e morrerem todos na lama”, prosseguiu o ministro.

Guedes lembrou o aumento autorizado pelo governo a policiais e citou categorias que passaram a demandar reajuste, como servidores da Receita Federal e do Banco Central, antes de pontuar que agora todos pedem o benefício.

Segundo ele, não haveria problema em conceder reajustes dentro de um plano de reestruturação de carreiras, após a aprovação da reforma administrativa, que está travada no Congresso.

Brumadinho

O rompimento da barragem da mineradora Vale S.A. em Brumadinho, em 25 de janeiro de 2019, matou 270 pessoas.

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