Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 12 de maio de 2022
Em firme aceno ao mercado e em meio a um importante ano eleitoral, o ministro da Economia Paulo Guedes anunciou nesta quinta-feira (12) que vai dar prioridade total à privatização da Petrobras e da Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA), estatal responsável pela gestão dos contratos de partilha do pré-sal.
Guedes afirmou que encaminhará “imediatamente” as solicitações feitas pelo novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, para que sejam iniciados os estudos formais para a desestatização das empresas. Ambos se reuniram na manhã desta quinta, um dia após Sachsida assumir a pasta.
“O Adolfo me entrega isso e encaminho, imediatamente, para a Secretaria Especial do PPI para que ela faça uma resolução que inicie os estudos. Isso deve ser feito hoje mesmo e vamos dar sequência aos estudos para a PPSA e Petrobras”, disse Guedes.
O novo ministro de Minas e Energia disse esperar ter os estudos “o mais rápido possível” para que os pareceres sejam encaminhados ao presidente Jair Bolsonaro (PL).
Discussão
Nesta quinta, enquanto concedia uma entrevista coletiva ao lado de Sachsida, Guedes discutiu com um sindicalista.
“Eu queria que todos soubessem que nós sempre respeitamos, estamos numa democracia e que nós respeitamos os vencedores de eleições”, dizia Guedes à imprensa quando o sindicalista gritou: “Não, vocês não respeitam nosso povo”.
“Eu não quero falar de quem roubou a Petrobras, assaltou a Petrobras. Durante anos, roubaram, foram condenados, eu não quero falar isso. Eu quero simplesmente receber como um programa de governo que teve 60 milhões de votos, receber aqui um pedido do novo ministro de Minas e Energia e encaminhar o processo”, retrucou o ministro.
O sindicalista, então, rebateu: “Destruiu o patrimônio do povo brasileiro, ministro”. Ao que o ministro da Economia respondeu: “Nós vamos devolver ao povo brasileiro o que é deles, nós vamos devolver ao povo brasileiro o que é deles.” Guedes, então, encerrou a entrevista coletiva e deixou o local.
O anúncio das análises para as desestatizações, classificadas como “a libertação do povo brasileiro contra os monopólios” pelo novo ministro, foi feito na última quarta (11), durante a primeira declaração de Sachsida como ministro. Ele assumiu a pasta no lugar do ex-ministro Bento Albuquerque, que não resistiu à insatisfação do presidente Jair Bolsonaro aos reajustes nos preços dos combustíveis feitos pela Petrobras.
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canalhas, cretino…vão atrasar o Brasil em décadas!
Parabéns ao governo. Vende essa estatal incompetente e que só serve de cabide de emprego. Viva o livre mercado.
agora n tem corrpuçao e tudo piorou kkkkk belo raciocínio
Parabéns Sr.Ministro.o senhora está tendo a coragem de estatisar está m. que foi roubada pelos antigos governos e nós ficamos pagando o rombo,empresas estatais só servem p dar emprego p amigos do REI e encarecer os serviços.
Não basta privatização para a Petrobras, tem que acabar o monopólio sobre os combustíveis aqui no Brasil.
Esse sindicalista mal educado deve ter tomado água de patente, aliando do ex- presidiário deve ser mau caráter também. Parabéns ao Min. Que respondeu esse lixo a altura!
EM 3 ANOS NÃO TOCARAM NO ASSUNTO, AGORA FALTANDO 5 MESES PRA ELEIÇÃO, OS COMBUSTÍVEIS NAS ALTURAS, VEM ESSE PAPO DE PRIVATIZAR, SERÁ QUE É PRO POVO ACHAR QUE VENDENDO A PETROBRAS VAI BAIXAR A GASOLINA, O OLÉO DIESEL, GÁS, E AI ENTÃO VAMOS VOTAR NELES NOVAMENTE
Acham que vender vai resolver. Vão pagar 15 o litro