Segunda-feira, 06 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 12 de abril de 2023
Ministro da Educação defende posição contra unidades cívico-militares, política adotada na gestão Bolsonaro e abortada no início do governo Lula
Foto: José Cruz/ABrO ministro da Educação, Camilo Santana, reforçou o posicionamento contrário às escolas cívico-militares, que teve as diretorias extintas logo no primeiro mês da presidência de Luiz Inácio Lula da Silva.
Para isso, o ministro citou uma pesquisa encomendada pelas organizações civis sem fins lucrativos Cenpec e Ação Educativa, que diz que 72% confiam mais em professores do que em militares para trabalhar em uma escola, e ressaltou a experiência no Estado do Ceará, em que foi governador.
“72% dos brasileiros confiam mais em professores do que militares para trabalhar em uma escola. Estou dando dados de evidência. Não há evidências em relação a essa política. É preciso ter evidências que comprovem que essa metodologia é melhor”, afirmou a deputados que participam de audiência na comissão de Educação nesta quarta-feira (12).
“É preciso ter evidências que comprovem que essa metodologia é melhor. Das 100 melhores escolas públicas do Brasil, 87 são do meu Estado e nenhuma é militar. A melhor escola pública do Brasil é do Ceará e não é militar”, disse.
O ex-governador foi convidado para falar sobre o que será feito sobre as mais de 200 escolas criadas durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro a pedido de deputados bolsonaristas, que lotaram a sessão do colegiado. Ele afirmou que há um problema normativo no projeto.
“Este programa foi criado por decreto, não houve debate. Na Lei de Diretrizes e Bases não há menção ou estratégia ou estratégia que faça menção às Forças Armadas. Estamos repassando recurso para as Forças Armadas e há um conflito normativo legal que precisa ser resolvido”, afirmou Camilo.
Ele complementou que debaterá com prefeitos e governadores sobre o que fará com as unidades. “Eu não revoguei [o decreto]. O programa continua, só não será prioridade desse governo de criar escolas pelo MEC”, disse.
A oposição usa das comissões para pressionar integrantes do primeiro escalão do governo Lula. Apenas nesta semana, sete ministros visitarão a Câmara dos Deputados para explicar medidas de suas pastas. O primeiro desta semana, Flávio Dino, o depoimento na Comissão de Segurança Pública após a sessão virar palco de confronto entre deputados da oposição e do governo. Houve trocas de insultos e até palavrões.
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Assim fica mais fácil a indisciplina e a desobediência !
Um “esquerdo-democrata” falando mal das Forças Armadas? Isso não deveria ser encarado como atentar contra a democracia?
Alô Irmão Evilásio, tem comunista trabalhando na PUC
Se militar fosse bom, não começava com MILI….
Os esquerdopatas não gostam das escolas cívico-militares porque lá jamais será permitido que professores incutam ideologias “socialistas” nefastas nas mentes das inocentes crianças.
Pesquisa feita num antro esquerdopata!!!! Os professores que não reclamem dos ataques às escolas, pois, se os estabelecimentos de ensino estiverem guarnecidos por militares, que com certeza nada influenciam no processo pedagógico, é garantia de segurança aos alunos, professores, funcionários e toda a comunidade escolar.
Sou professor.
Pelos colegas que atuam em escolas civicomilitares a preferência em trabalhar nelas é devido à disciplina dos alunos. Se é o melhor caminho eu não sei. Mas sei que o rendimento e concentração dos alunos se tornam melhor.
… Para que manter sr. ministro, já que está dando certo?
Até parece piada pronta, baita novidade!
O propio ministro propagando fake News.
Sr. ministro, a indisciplina dos alunos na escola é antiga, e ninguém muda nada. A escola cívico militar, permite que os professores possam dar aula em paz. Os colegios militares provam que a disciplina é forma indiscutível de que os alunos tenham um rendimento melhor.Sr. Ministro,o senhor parece estar muito longe do conhecimento da educação no Brasil. O sr. pretende terminar com o ensino militar?
Creio que esta pesquisa está errada. Militares são mais confiáveis do que muitos professores que pregam ideologias nada democráticas fazem apologia a figuras que eram verdadeiros bárbaros, tipo Che Guevara!
Os alunos batendo nos professores, passando de ano sem aprender o mínimo necessário, as badernas dentro das salas de aula, e o ministro acha que o caminho é esse mesmo? Não sei de onde ele tirou esses dados, mas eu faço parte da suposta minoria que apoia a disciplina nas escolas, mesmo que seja através dos militares. Basta ver a colocação do Brasil no ranking mundial da educação, onde aparecemos em 66ª posição entre 79 países pesquisados.
Só tem um corja que não gosta de militar, e estes são os vagabundos….