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Economia “Inflação caiu, mas pressões permanecem em meio à demanda forte”, diz o presidente do Banco Central

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Presidente do Banco Central disse ainda que as expectativas de inflação de longo prazo estavam ancoradas em 2022, mas, desde novembro passado, iniciou-se um processo de deterioração

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
Campos Neto disse ainda que o BC brasileiro foi um dos primeiros a identificar a chegada de uma inflação de demanda e subir as taxas de juros para controlá-la. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, afirmou nesta quarta-feira (12) que a inflação no Brasil desacelerou, mas pressões permanecem em meio a um componente de demanda “relativamente forte”.

Em apresentação divulgada pela autarquia, usada em reunião fechada com investidores organizada pela XP em Washington, Campos Neto disse ainda que as expectativas de inflação de longo prazo estavam ancoradas em 2022, mas desde novembro passado iniciou-se um processo de deterioração.

“A inflação caiu, mas as pressões permanecem. O componente de demanda da inflação no Brasil é relativamente forte”, ressaltou em apresentação divulgada há pouco pela assessoria de imprensa do BC. “Expectativas de inflação de longo prazo estavam ancoradas em 2022, mas desde novembro iniciou um processo de deterioração”, complementou.

O boletim Focus, que capta as projeções de mercado para indicadores econômicos, mostra que as expectativas de inflação seguem piorando, inclusive em horizontes mais longos. A mediana das estimativas para o IPCA em 2024 passou de 4,02% há um mês para 4,14% nesta semana. Para 2025, o dado passou de 3,80% para 4%.

Em meio ao aperto monetário para controlar a inflação, o presidente do BC disse que dados sugerem um arrefecimento do mercado de trabalho. Campos Neto destacou que há desaceleração em novas operações de crédito, com mudança na composição dos empréstimos para categorias de alto custo, elevando índices de inadimplência.

O presidente do Banco Central afirmou que entre novembro do ano passado e janeiro deste ano o mercado vinha prevendo novos aumentos na taxa Selic, mas essa visão mudou a partir de fevereiro, com expectativa de corte da taxa básica em um horizonte de seis meses. Atualmente, a Selic está em 13,75% ao ano, nível mais alto desde o início de 2017.

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Vanderlei Ochoa
12 de abril de 2023 16:20

Esse age como presidente sem ser eleito….85% do povo diz que está errado.

Fernando Krause
12 de abril de 2023 17:42

Esquerdopatas “democratas” querem extrair do cargo à força um presidente eleito e referendado pelo Congresso.
Tudo porque o “deus” profano deles quer colocar no lugar um cumpanhero…

Ck Ps
12 de abril de 2023 19:59

forte demanda de quem? vai nos comércios e veja “forte demanda”. Forte tem q ser o estado pagando os títulos da dívida, pq se investir no social um pouquinho q seja o tal “investidor” fica com medo

Ingo Schulze
13 de abril de 2023 03:12

O aumento do endividamento e da inadimplência do consumidor indicam que os preços aumentam mais do que os rendimentos. Portanto não á inflação de demanda, mas sim de custos para quem produz bens e serviços, Reforça esta realidade (não haver inflação de demanda) o fato de vários setores produtivos estarem com tempo ocioso nas atividades de produção. Mais uma realidade, a de que pequenas empresas não tem clientela suficiente para ter equilíbrio financeiro, basta ver o número de imóveis comerciais com a placa ¨aluga-se¨.

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