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Política Ministro da Educação diz que desabafo sobre termo “povos indígenas” não foi pensado

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“Esse desabafo não foi um discurso pensado", disse o ministro

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
“Esse desabafo não foi um discurso pensado", disse o ministro. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, afirmou nesta segunda-feira (25) que seu desabafo na reunião ministerial do dia 22 de abril não foi pensado. Em trecho do vídeo do encontro, Weintraub afirma que odeia o termo “povos indígenas”.

“Esse desabafo não foi um discurso pensado. Eu estava em uma reunião fechada e todos tiveram que entrar sem celular. Sou realmente um cara sincero e educado, como podem constatar’, afirmou o ministro.

Na gravação, Weintraub diz que é preciso “acabar com esse negócio de povos e privilégios” e que o Brasil “só tem um povo”.

“Odeio o termo ‘povos indígenas’, odeio esse termo. Odeio. O ‘povo cigano’. Só tem um povo nesse país. Quer, quer. Não quer, sai de ré. É povo brasileiro. Só tem um povo. Pode ser preto, pode ser branco, pode ser japonês, pode ser descendente de índio, mas tem que ser brasileiro. Acabar com esse negócio de povos e privilégios. Só pode ter um povo, não pode ter ministro que acha que é melhor que o povo”, disse na reunião ministerial.

O ministro critica ainda que o vídeo exibido pela Globo News não transmitiu a fala completa dele. “Empregados milionários da globo/marinhos, tenham um pingo de honestidade e passem a fala completa! Eu sou fruto da mistura que deu origem ao POVO BRASILEIRO (inclusive índios)! Nós somos o único povo do Brasil! Parem de criar ódio com mentiras! De tentar nos dividir!”, escreveu no Twitter.

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