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Política Ministro da Educação indica que não ficará em silêncio em depoimento à Polícia Federal

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Depoimento ocorrerá para apurar se Weintraub cometeu crime de racismo ao publicar no Twitter mensagem com referência aos chineses

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Ato de Weintraub anula decisão que obrigava federais a ter plano para “inclusão de negros, indígenas e pessoas com deficiência” em mestrado e doutorado. (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, indicou a interlocutores que pretende dar sua versão e prestar esclarecimentos à PF (Polícia Federal) nesta quinta-feira (04). O depoimento, agendando para às 15h na sede da instituição, em Brasília, ocorrerá no âmbito do inquérito aberto para apurar se Weintraub cometeu crime de racismo ao publicar no Twitter mensagem com referência aos chineses.

Na semana passada, o ministro optou por permanecer em silêncio. Na ocasião, ele foi intimado a depor no bojo do inquérito que apura ameaças ao STF (Supremo Tribunal Federal). Ele foi incluído nas investigações por sua declaração contra a corte registrada no vídeo da reunião ministerial do dia 22 de abril. No encontro, Weintraub disse que, por ele, colocava todos os “vagabundos” na cadeia, começando pelo Supremo.

Nos dois inquéritos, Weintraub foi chamado a depor na condição de investigado. Por essa razão, é obrigado a comparecer, mas tem o direito de ficar em silêncio caso queira. Na manhã desta quinta-feira, o ministro publicou em seu Twitter que “a liberdade de expressão não pode ser violada, sob nenhum pretexto”.

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