Sexta-feira, 24 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 13 de março de 2023
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, avaliou que há pouco espaço para aumento de taxa de juros no mundo e que o Brasil está na contramão, com “uma gordura” que permite reduzir a taxa básica, a Selic. Ele também defendeu que as autoridades monetárias tenham em mente o limite prudencial de elevação dos juros para que não desorganizem as economias de seus países.
“Há pouco espaço para aumento da taxa de juros no mundo. E há uma gordura no Brasil, que permite a nós, tomando as providências que estão sendo tomadas (pela equipe econômica) e reconhecidas pelo Banco Central em atas… Penso que temos um espaço (para baixar juros) que o mundo não tem”, afirmou.
Haddad participou de mais uma edição da série de debates “E agora, Brasil?”, realizada pelos jornais O Globo e Valor Econômico. O encontro foi mediado pela colunista Míriam Leitão e pelo chefe da Redação do Valor Econômico em Brasília, Fernando Exman.
Ao avaliar o cenário dos Estados Unidos, em que os juros estão subindo para que o país consiga alcançar a meta da inflação, Haddad chamou a atenção para o limite prudencial: “Qual é o limite que você tem para aumentar os juros sem desorganizar a economia como um todo, a quebradeira que pode vir de um descasamento das carteiras? Uma hora vai chegar a esse limite, e haverá mais dificuldade de buscar o centro da meta (de inflação) num período muito curto”.
Em relação à meta de inflação, o ministro pontuou que o Brasil, em sua visão, é um dos poucos países que perseguem uma meta para o período de 12 meses e que uma possibilidade a ser avaliada é o alongamento desse horizonte para dar tempo a autoridade monetária para acomodar choques externos que podem implicar em desorganização do sistema.
“Penso que a inflação no Brasil castiga muito, a gente sabe que o poder de compra do trabalhador a gente tem de preservar. Apesar de as medidas demagógicas do passado estarem sendo revertidas, as projeções de inflação continuam bem comportadas. Mas essa questão vai afetar o mundo inteiro, as pessoas vão olhar um horizonte mais longo para acomodar as tensões”, avalia.
Questionado sobre as discussões para revisão da meta de inflação no Brasil, Haddad disse que essa é uma discussão técnica que precisa ser feita “sem ruído e com tranquilidade”. Mas o ministro avalia que a prioridade nesse momento é a definição do novo arcabouço fiscal, que vai impactar diretamente na elaboração do Orçamento para o ano que vem.
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LOL
HADDAD FOI o melhor ministro da EDUCAÇÃO de todos os tempos. Vai ser o melhor ministro da economia e depois será presidente do Brasil.
Parabéns pelo reconhecimento!
Esse tal ministro da economia é um neófito no cargo e um energumero político. Está se esforçando para destroçar a economia do pais, profere asneiras uma atrás de outra. Primeiro vomitam que o governo anterior deixou o mais é péssimas condições, agora quer abrir a porteira da taxa de juros! Apertem os cintos e façam o “L”
Gordura esta deixada pelo antecessor Paulo Gudes na gestão do Jair… fale a verdade caboclo…
Graças a quem? Ao Bozo e ao competentíssimo Sr Paulo Guedes. E a propósito, parabéns por reconhecerem, embora esse gordura vá se dissolver em bem pouco tempo. Transferências indevidas, com certeza, ocorrerão.
“Gordura” acumulada no governo do então presidente Bolsonaro!!! Que herança maldita!!!!
Esse slogan do PT “Uniao e Reconstrução” é de dar gargalhadas… Reconstruir o q se o país esta todo no verde e no positivo?? Que eu saiba quem DESTRUIU ele de 2002 ha 2016 foi o próprio PT…
O delírio dos esquerdopatas é achar que o poste sabe mais que Paulo Guedes, o ministro que transformou a herança maldita lulopetista em números positivos.
Se o poste entende um pouco de economia deve chamar o Paulo Guedes para dar ajudinha neste governo incompetente.