Sábado, 18 de julho de 2026
Por Redação O Sul | 21 de março de 2023
Ministro anunciou ainda que um novo marco regulatório das PPPs (Parcerias Público-Privadas) está sendo concluído pela Fazenda
Foto: Marcelo Camargo/Agência BrasilO ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a criticar o patamar elevado das taxas de juros no Brasil. Em um evento promovido pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social) nesta terça-feira (21), Haddad disse que a taxa de juros brasileira está “exageradamente elevada”.
“Acho que o Brasil está numa situação favorável em relação aos seus vizinhos e ao resto do mundo. Não temos problemas geopolíticos, como a Ásia e a Europa se encontram hoje. Nossa inflação está mais controlada que no resto do mundo. Nossa taxa de juros está exageradamente elevada, o que significa espaço para cortes no momento em que a economia brasileira deve decolar, não temos por que temer no Brasil”, disse o ministro.
O Copom (Comitê de Política Monetária), que estabelece e o percentual da Selic, a taxa básica de juros da economia brasileira, se reúne nesta terça e quarta-feira (21 e 22) para decidir se reduzem, mantém ou elevam a Selic, que atualmente está em 13,75% ao ano.
Ainda durante o evento, o ministro informou que no próximo mês, em abril, o governo irá anunciar uma série de medidas regulatórias. Segundo o ministro, entre elas, um novo arcabouço para as PPPs (Parcerias Público-Privadas) está sendo concluído pela Fazenda.
“Em abril vamos anunciar um conjunto de medidas regulatórias, uma das quais pode ser antecipada a pedido da Casa Civil, sobre PPPs, nas quais vamos investir pesadamente”, disse Haddad.
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Como fala em gordura essa criatura!!!! Nota-se que desconhece termos de Economia.
O objetivo da redução de juros é favorecer os banqueiros, pois, com juros mais baixos a população incauta contrai empréstimos bancários, principalmente aposentados, cujos descendentes insuflam a contrair empréstimos para locupletamento às custas dos aposentados.
Justamente o contrário Denise. A atual taxa de juros, favorece os banqueiros. A redução, favorece a economia.
Quem sabe da taxa de juros é o BACEN, órgão técnico e autônomo e que é o Guardião da Moeda. E os políticos, principalmente que nada sabem do assunto, não tem de se meter na economia!
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