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Saúde Ministro da Saúde diz que toda a população brasileira será imunizada até o fim do ano

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a contenção da pandemia é imprescindível para a retomada da economia global. (Foto: Divulgação)

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta segunda-feira (31) que até o fim do ano a totalidade da população brasileira estará imunizada contra a covid-19. Segundo Queiroga, mais de 660 milhões de doses de vacinas encomendadas e uma estratégia para aumentar a testagem no Brasil para até 20 milhões de testes realizados por mês. Foram esses números que o ministro apresentou no Fórum de Investimento Brasil 2021, em São Paulo, nesta segunda-feira (31), para contenção da circulação do vírus e retomada da economia.

“Todos sabemos que a contenção da pandemia – por meio da vacinação em massa, da vigilância ativa para detectar rápido possíveis novas variantes, e das medidas de higiene e saúde pública – é imprescindível para a retomada da economia global”, afirmou o ministro durante o evento internacional sobre atração de investimentos estrangeiros para o Brasil, organizado pela Apex-Brasil, pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento e pelo governo federal.

Ele afirmou que o Brasil atingiu em maio a meta de 10% da população completamente imunizada, fixada para setembro pelo diretor-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde). “Até o fim do ano, teremos todos os cidadãos imunizados em nosso país. Sabemos que a expansão contínua da vacinação da nossa população contribui significativamente para a melhora das expectativas de crescimento da economia brasileira para este ano (3,5%) e para 2022 (2,5%)”, disse.

Queiroga destacou que o governo federal aumentou significativamente os recursos públicos investidos em saúde no combate à pandemia da Covid-19. Só em 2020, recursos adicionais da ordem de R$ 65 bilhões (0.9% PIB) foram alocados em ações de mitigação e combate à pandemia no âmbito do Sistema Único de Saúde.

“São recursos que permitiram aumentar transferências federais a estados e municípios para aumentar a capacidade de leitos de UTI, comprar insumos essenciais, fazer testagem da população e comprar vacinas Covid-19”, disse.

O ministro também dialogou com o empresariado para incentivar a vinda de capital para o Brasil no SUS, na saúde complementar e na indústria. “Temos excelentes universidades e pesquisadores. Precisamos exportar propriedade intelectual de qualidade”, afirmou.

Queiroga destacou ainda, que desde que assumiu o Ministério da Saúde, tem buscado expandir as ações de enfrentamento da pandemia, com foco em três principais áreas:

– Acelerar a vacinação contra a Covid-19;

– Garantir assistência à saúde aos que foram afetados pela doença;

– Reforçar a implementação de medidas de higiene e saúde pública, inclusive por meio do lançamento de um programa de testagem ampla e sistemática da população.

A fala de Queiroga foi confirmada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em videoconferência, durante o Fórum de Investimentos Brasil. “Como disse o ministro Queiroga, a vacinação em massa é a principal política econômica que podemos fazer por agora”, disse Guedes ao reafirmar a intenção do governo em garantir o retorno seguro dos trabalhadores brasileiros ao ambiente de trabalho. “Não faltarão recursos para [a importação e a produção de] vacinas”, garantiu o ministro da Economia. As informações são do Ministério da Saúde e da Agência Brasil.

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