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Economia Ministro do Desenvolvimento diz que o tarifaço dos EUA é “ilegal” e espera amenizar efeitos até dezembro

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Márcio Elias também afirmou que não deverá ser possível finalizar o processo de reciprocidade brasileiro, a respeito do tarifaço dos EUA, até dezembro

Foto: Marcelo Camargo/ABr
(Foto: Marcelo Camargo/Abr)

O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Marcio Elias Rosa, afirmou nesta quarta-feira (19) que o governo brasileira espera “aplacar minimamente”, ou seja, amenizar os efeitos do tarifaço imposto pelos Estados Unidos para o Brasil até dezembro.

Em entrevista, após o Fórum Saúde EMS Esfera – Soberania e Tecnologia: Impulsionando a Indústria Nacional, ele classificou a sobretaxa específica destinada ao país como “ilegal”, “indevida” e “abusiva”. Elias avaliou, também, que não deverá ser possível finalizar o processo de reciprocidade brasileiro, a respeito do tarifaço dos EUA, até dezembro.

“Acho que não dará não terá tempo para terminar antes de dezembro nenhum processo de reciprocidade mas a minha expectativa é que a gente consiga negociar e resolver ou pelo menos aplacar minimamente as questões com os Estados Unidos antes do final do ano”, declarou o ministro.

Em meados do mês passado, os EUA aplicaram uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com uma extensa lista de itens isentos. No processo, o governo Trump afirmou que o Brasil adota práticas que “oneram ou restringem” o comércio com os EUA, citando temas como o sistema de pagamentos PIX, o acesso ao comércio de etanol, o desmatamento ilegal e a pirataria.

No fim de julho, os Estados Unidos anunciaram outra sobretaxa sobre 60 países, incluindo o Brasil, com alíquotas variando entre 10% e 12,5%. A decisão, informou os EUA, foi resultado de uma investigação para punir países que adotam práticas comerciais consideradas desleais por não proibirem nem fiscalizarem adequadamente a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

Ele defendeu que o Brasil continue negociando com os Estados Unidos, apesar da barreira comercial imposta por meio do tarifaço, mas que também se defenda – algo que pode ser implementado por meio do processo de reciprocidade.

O ministro explicou que, nesse processo de defesa comercial, foi concedido um prazo aos ministérios de 60 dias para coleta de informações sobre o que pode ser feito. “Nós vamos elaborar um relatório, daqui a provavelmente 60 dias, discriminando, detalhando quais são os aspectos mais relevantes da participação, da medida que foi imposta e quais os efeitos que ela possa reproduzir”, explicou Márcio Elias.

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6 Comentários
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vanderlei stefani
20 de agosto de 2026 10:20

Passados três meses desde a revelação de que Flávio rachadinha Bolsonaro negociou recursos de Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse, o candidato à Presidência pelo PL ainda não apresentou publicamente o relatório detalhado sobre o financiamento do filme…

MIRO
20 de agosto de 2026 10:52
Responder para  vanderlei stefani

TUA MULHER VAI SAIR CHEIROSA HOJE … Vai voltar satisfeita…

VÉIO ARROMBADO DAS PREGAS…

Caio Azevedo
20 de agosto de 2026 05:33

Resumo da política internacional do Zé pilantra: brigar com Trump & passear com a cuidadora…

MIRO
20 de agosto de 2026 04:53

Tenho empresa de Tecnologia e meus Produtos , com a alta de impostos e taxas brasileiras, simplesmente duplicou os preços…. Então não me venha falar que as taxas são “ilegais” a decadas eu entro nos USA, com qualquer produto e não me pedem Nota, Guias de Impostos…. Quando entro no Brasil, revistam até meu bolsos, dedos, pulsos, querem saber o preço….eles tem os preços arbitrados por eles….. Estes dias apreenderam um computador meu de 10 anos , porque eu não tinha nota fiscal de compra….argumentei que tinha usado ele por anos, entrado e saido, sem problemas… Quase fui preso por… Leia mais »

César
19 de agosto de 2026 17:18

O Painho não disse: “Tá caro não compra!”???

Se não tem capacidade de negociar com os EUA. Vende pra Argentina.
Putz tá brigando com o Milei.

Vende pra Europa.
Putz a União Europeia excluiu o Brasil.

Vende pra China.
Putz é longe e fica mais caro a exportação.

Mas o IBGE falou que o Brasil tá Muito bem! Pra que precisamos de Dólares?

MIRO
20 de agosto de 2026 04:49
Responder para  César

BOA

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