Segunda-feira, 07 de setembro de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
13°
Mostly Cloudy

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Política Ministro do Supremo Alexandre de Moraes nega pedido para que Luiz Fux participe de julgamento do núcleo 2

Compartilhe esta notícia:

O ministro Alexandre de Moraes afirmou que o pedido é meramente protelatório, ou seja, busca somente atrasar o julgamento

Foto: Luiz Silveira/STF
A Polícia Federal cumpriu mandados de prisão domiciliar de mais dez réus. (Foto: Luiz Silveira/STF)

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou nesta segunda-feira (8) o pedido da defesa de um dos réus do núcleo 2 para que o ministro Luiz Fux participe do julgamento do grupo, que começa nesta terça (9).

Moraes afirmou que o pedido é meramente protelatório, ou seja, busca somente atrasar o julgamento. De acordo com o ministro, as Turmas do Supremo podem de reunir e deliberar normalmente com a presença de ao menos três ministros.

Além disso, não há previsão legal ou regimental para que um ministro que compõe a Segunda Turma participe de um julgamento da Primeira Turma.

“O julgamento da presente ação penal por quatro ministros da Primeira Turma não implica em qualquer violação aos princípios do Juiz Natural e da colegialidade, estando em ampla observância aos princípios constitucionais, ao Regimento Interno desta Suprema Corte e às normas processuais”, afirmou Moraes.

O pedido para a participação de Luiz Fux foi protocolado nesta segunda pela defesa de Filipe Martins. O réu ocupou o cargo de assessor durante o governo de Jair Bolsonaro (PL) e é acusado de participar das negociações para a chamada “minuta do golpe”.

No pedido, os advogados argumentaram que Fux já participou do julgamento de outros dois núcleos do plano de golpe e que, embora tenha sido transferido para a Segunda Turma do STF, deveria votar na análise do núcleo 2 devido ao princípio de ampla defesa e da igualdade entre réus.

O ministro Luiz Fux pediu para trocar de Turma do STF e teve o pedido atendido pelo presidente da Corte, Edson Fachin, em outubro. No pedido, porém, Fux se colocou à disposição para continuar nos julgamentos já agendados pelo colegiado que compõe, incluindo os da trama golpista. O pedido, no entanto, não tem previsão no regimento interno da Corte.

Desde então, julgamentos relevantes que estavam na Primeira Turma passaram a ocorrer com apenas quatro ministros: Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Flávio Dino.

Com quórum reduzido e sem a voz dissonante de Fux, casos como os recursos de Jair Bolsonaro e outros réus contra a condenação por tentativa de golpe, o julgamento dos núcleos 3 da trama golpista e a denúncia contra Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo foram decididos de forma unânime.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Política

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

2 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Jorge Ferreira
9 de dezembro de 2025 10:56

xandao 1 o imperador do bostillll

Glaucio Dos Santos Brum
9 de dezembro de 2025 11:22

Alguém acreditaria mesmo que o deus do STF iria admitir alguém que diverge da sua opinião? E viva a democracia relativa.

Corinthians domina a Bola de Prata 2025 no futebol feminino
Ministro do Turismo é expulso do seu partido
Pode te interessar
2
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x