Terça-feira, 22 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 9 de setembro de 2026
O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), homologou nessa quarta-feira (9) o acordo de delação premiada de Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como “Mineiro”.
A decisão está sob sigilo. Mineiro é dono da Entre Investimentos, a empresa que, a mando do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fez repasses para o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A delação premiada, ou colaboração premiada, é um meio de obtenção de provas nas investigações criminais. Nesse recurso, o investigado se dispõe a cooperar com o processo e a investigação. Em troca, o Estado pode dar benefícios a ele.
O empresário afirmou em sua delação — assinada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) em 8 de agosto — que era responsável por “gerar” dinheiro vivo para a equipe de Vorcaro. O dinheiro era entregue em malas e, segundo ele, seria usado para pagamentos de propina.
Mineiro disse ainda que fez sete repasses, a título de “subscrições de cotas”, para o fundo Havengate nos Estados Unidos. As transações foram feitas de janeiro a setembro de 2025 e totalizaram US$ 12,333 milhões. Pela cotação de setembro de 2025, esse valor equivalia a R$ 62,8 milhões.
A subscrição de cotas é um processo em que um fundo emite novas cotas para aumentar seu patrimônio, recebendo aporte de investidores. Os valores foram pedidos a Vorcaro pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), hoje candidato à Presidência.
Audiência
Na terça-feira (8), o empresário e sua defesa participaram de uma audiência com um juiz auxiliar do ministro André Mendonça para avaliar o acordo de delação fechado com a PGR no mês passado.
Na reunião, o juiz questionou se o acordo foi assinado pelo empresário de forma voluntária. Ele respondeu que sim. A voluntariedade é um requisito para que uma delação seja homologada pelo magistrado responsável. Não há prazo para Mendonça homologar o acordo.
Reag
O acordo de delação de Mineiro foi assinado no mesmo dia em que a colaboração de João Carlos Mansur, dono da gestora Reag, foi firmada com a PGR também no âmbito das investigações do caso Master.
Mansur foi alvo da segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras no Banco Master, em janeiro deste ano. No mesmo dia, o BC (Banco Central) decretou a liquidação da Reag. Antes, o grupo já tinha sido alvo da Carbono Oculto, que investiga esquema de lavagem de dinheiro para o crime organizado.
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AS PEÇAS ESTÃO SE ENCAIXANDO!
O escritório de Flávio Bolsonaro usou a mesma contabilidade ligada ao Careca do INSS. Agora, André Mendonça manda soltar o filho do Careca. Coincidência demais, explicação de menos.
É preciso investigar todas essas conexões. O Brasil exige respostas!
Tem que arrancar esse André Mendonça de vez, para não ficar atrapalhando as investigações. Olha o q esse sujeito está fazendo defendendo tudo que é bolsonarista!!!
Filme sobre o Bolsonaro X Filme sobre o Lula: troca m**** por b****… e que se apure tudo mesmo!
E o LULINHA?E O JAQUES?
André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS
Ué, gente… bolsonaristas botavam a culpa no Lula, mas quem mandou soltar investigados do INSS, com restrições, foi Mendonça. Agora a indignação entrou no modo silencioso? 👀
XEQUE-MATE DO LULA! ♟️
O Presidente Lula quer a quebra de sigilo das investigações do Banco Master, doa a quem doer. Quem tem medo da verdade? Faça como o Lula, Flávio Bolsonaro: peça a abertura das investigações! Ou tu e tua turma estão com medo? Responde pro povo!
Olha ai PTzada a diferença de quando um juiz tem escrúpulos e é uma pessoa idônea!@
Mendonça soltando os parcas!
André Mendonça revoga prisão do filho do Careca do INSS, afasta quem investiga e solta quem roubou
Uma certa do Mendonça
O envolvimento de Flávio Bolsonaro com o escândalo do Master é visceral. Ele chama Vorcaro de “irmãozão”. Recebeu milhões. Tá tudo gravado. A coisa só não andou porque Mendonça sentou em cima.
“irmãozão”. Só faltou falar de “morzao”. Kkkk
Ops. Isso do Nikolas, para “Dani” kkl