Terça-feira, 26 de maio de 2026
Por Leonardo Moll * | 28 de julho de 2021
Ídolo esteve presente em jantar comemorativo do Grêmio no nordeste, em 2018
Foto: (Lucas Uebel/Grêmio FBPA)Foi confirmada na tarde desta quarta-feira (28) a morte de Andre Catimba, ídolo gremista dos anos 70. O ex-jogador tinha 74 anos e a causa da morte não foi revelada.
Andre chegou ao Grêmio em 1977. E foi jogando no tricolor que conquistou o apelido de ”Catimba”, principalmente por sua fama em clássicos Grenais. Seu momento mais marcante talvez tenha sido na decisão do campeonato estadual de 1977, quando enfrentando o Inter, faz o gol decisivo da partida, e em sua comemoração, tenta dar uma cambalhota no ar, e cai com a cara no chão.
Com o gol do título, Catimba ajudou o Grêmio a quebrar a hegemonia do rival em campeonatos gaúchos nos 70. Com a vitória, o tricolor quebrou uma sequência de oito triunfos seguidos do Inter. Grêmio e Catimba ainda viriam a conquistar o estadual de 1979. Foram dois anos atuando em Porto Alegre.
Ao longo de sua carreira, o ex-atacante ainda teve momentos marcantes por outros clubes, como o Vitória, onde atuou por cinco temporadas e foi campeão baiano, e Argentino Juniors, onde mesmo que por pouco tempo, se tornou o primeiro brasileiro à jogar ao lado de Diego Maradona, que na época tinha apenas 19 anos.
Andre Catimba atuou em diversos clubes durante todo seu período dentro do futebol. Foram eles: Ypiranga-BA, onde foi revelado em 1966, Galícia-BA, Vitória, Guarani-SP, Grêmio, Bahia, Argentino Juniors, Pinheiros-SP, Náutico-PE, Comercial-SP e Fast Clube-AM, onde se aposentou em 1985.
* Por supervisão de: Marjana Vargas
Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!
Descanse em paz, André. Que Deus te guie pelos caminhos da luz.
Eu estava no Olimpico no grenal da “cambalhota”, saudades desse tempo e do André Catimba.