Quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 24 de novembro de 2016
A mortalidade de crianças menores de 1 ano de idade, importante indicador de desenvolvimento social de um país, atingiu o menor nível nos últimos 50 anos no Brasil.
Em 2015, as mortes de bebês menores de 1 ano representaram 2,5% de todos os óbitos no País. Dez anos antes, em 2005, esse percentual era de 4%. Há 52 anos, em 1974, a morte de bebês nessa faixa etária chegava a 28% do total.
Se consideradas crianças menores de 5 anos, a taxa aumentava ainda mais, para 35,6%. Os dados fazem parte da Estatística de Registro Civil, divulgada nesta quinta-feira (24) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A série histórica começou em 1974.
Segundo a pesquisa, 31.160 crianças menores de 1 ano morreram em 2015 no País. O total representou queda de 21,9% em relação ao apurado dez anos antes, de 39.921. A pesquisa lista alguns fatores que ajudaram na queda do indicador, todos relacionados à melhora da qualidade de vida e à ampliação ao acesso a serviços básicos e de saúde no Brasil.
Houve, segundo o IBGE, “aumento da escolaridade feminina, a elevação do percentual de domicílios com saneamento básico adequado (esgotamento sanitário, água potável e coleta de lixo), além do maior acesso da população aos serviços de saúde”. Conforme o instituto, houve ainda “relativa melhoria na qualidade do atendimento pré-natal e durante os primeiros anos de vida dos nascidos”. (Folhapress)
Os comentários estão desativados.