Sábado, 18 de julho de 2026

Porto Alegre
Porto Alegre, BR
25°
Fair

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Saúde Muito jovens e muito tristes: pesquisa do IBGE com alunos de 13 a 17 anos revela angústia de uma geração movida a tecnologia

Compartilhe esta notícia:

Três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos, cerca de 30% dos jovens, relatam sentir-se tristes sempre ou na maior parte do tempo. (Foto: Reprodução)

Três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos, cerca de 30% dos jovens, relatam sentir-se tristes sempre ou na maior parte do tempo, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), divulgada pelo IBGE. Este é um cenário que tem levado especialistas a investigar a relação entre o uso intensivo de redes sociais e a saúde mental dos jovens, além da complexa dinâmica do ambiente digital.

A relação entre a navegação em plataformas como Instagram, TikTok e X (antigo Twitter) e a saúde mental se tornou um dos principais desafios para famílias e educadores. A exposição contínua a conteúdos selecionados e a busca incessante por validação online são fatores que moldam a percepção dos jovens sobre si mesmos e sobre o mundo ao redor.

Impacto na saúde mental

Como as redes sociais afetam a saúde mental? As redes sociais impactam a saúde mental ao criar um ambiente de comparação constante, pressão social e busca por validação. A exposição a vidas aparentemente perfeitas, a necessidade de engajamento e o risco de cyberbullying podem desencadear ou agravar quadros de ansiedade e tristeza.

O impacto negativo ocorre por meio de diferentes mecanismos que atuam de forma silenciosa no dia a dia. Entender esses pontos é fundamental para identificar os riscos. Os principais são:

– Comparação social constante: o fluxo de postagens com viagens, corpos e estilos de vida idealizados gera um sentimento de inadequação e a impressão de que a própria vida é menos interessante.

– Economia da atenção: a dinâmica de likes, comentários e compartilhamentos transforma a autoestima em algo que depende da aprovação de outras pessoas, criando um ciclo de ansiedade.

– Cyberbullying e discurso de ódio: o ambiente virtual pode ser um espaço para ataques, humilhações e perseguições que afetam profundamente o bem-estar emocional dos adolescentes, que estão em uma fase de grande vulnerabilidade.

– Qualidade do sono: o uso de telas antes de dormir interfere na produção de melatonina, o hormônio do sono. Noites mal dormidas têm um impacto direto no humor e na capacidade de lidar com o estresse.

Sinais de alerta

Quais são os principais sinais de alerta? Pais e responsáveis devem ficar atentos a mudanças no comportamento dos adolescentes, que podem indicar um sofrimento relacionado ao uso das redes. A identificação precoce desses sinais pode criar um cenário de ajuda e suporte. Fique atento se o jovem apresentar:

– Isolamento de amigos e da família.

– Irritabilidade excessiva ou alterações de humor frequentes.

– Perda de interesse em atividades que antes eram prazerosas.

– Alterações significativas no apetite ou nos padrões de sono.

– Queda no rendimento escolar sem motivo aparente.

As informações são do jornal Estado de Minas.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Saúde

Deixe seu comentário

Verificação de Email - você receberá um email de confirmação após enviar o seu primeiro comentário, mas ele só será publicado depois que você clicar no link de verificação enviado para a sua conta de e-mail para confirma-lo. Os próximos comentários serão publicados automaticamente por 30 dias!

0 Comentários
mais recentes
mais antigos Mais votado
Os seis hábitos de casais emocionalmente inteligentes, segundo a psicologia
Leites vegetais X leite de vaca: estudos confirmam qual bebida tem menos proteína e mais açúcar
Pode te interessar
0
Adoraria saber sua opinião, comente.x