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Mundo Mulheres agora poderão ministrar comunhão no altar, mas seguem sem poder rezar missas nas igrejas

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Decreto revogou cláusula no Código Penal Civil do Vaticano. (Foto: Reprodução)

Em decreto publicado nesta segunda-feira (11), o papa Francisco alterou regras para permitir formalmente que as mulheres atuem como leitoras em liturgias e distribuidoras de comunhão. Elas também poderão prestar serviços no altar.

O papa formalizou algo que já acontecia na prática em muitos países. A diferença agora é que, ao introduzir a mudança no Código de Direito Canônico, será impossível para bispos conservadores, por exemplo, impedir que mulheres em sua diocese exerçam essas funções.

O Vaticano enfatizou, no entanto, que as funções são “essencialmente distintas do sacerdócio ordenado”, o que significa que não devem ser vistas como um precursor automático para que mulheres possam um dia serem ordenadas no sacerdócio. A função continua a ser exercida apenas por homens.

“O Pontífice, portanto, decidiu que as mulheres podem ter acesso a essas práticas e que podem ter funções litúrgicas institucionais”, informou o Vaticano em uma nota explicativa.

No decreto, denominado “Spiritus Domini”, Francisco disse que tomou sua decisão após reflexão teológica. Ele afirmou que muitos bispos de todo o mundo consideravam a mudança necessária para responder às “necessidades dos novos tempos”.

O papa também criou comissões para estudar a história das mulheres diáconas nos primeiros séculos da Igreja Católica.

Os diáconos, como os sacerdotes, são ministros ordenados e devem ser homens. Eles não podem celebrar missas, mas podem pregar, ensinar em nome da Igreja, batizar e realizar cerimônias de casamento, velórios e funerais, e até mesmo comandar uma paróquia com a permissão de um bispo.

Médico pessoal

O médico pessoal do papa Francisco, Fabrizio Soccorsi, morreu aos 78 anos por complicações da Covid-19, informou o Vaticano.

Soccorsi, formado em medicina pela Universidade La Sapienza, estava internado havia dias no hospital Gemelli para se tratar de uma “patologia oncológica” — doença relacionada a tumor ou câncer que o Vaticano não detalhou. Ao longo da internação, ele recebeu teste positivo para o novo coronavírus e sentiu sintomas da Covid-19.

O médico trabalhava para o papa desde 2015 e atuou como consultor da Diretoria de Saúde e Higiene do Vaticano, além de especialista do conselho médico da Congregação das Causas dos Santos. Não se sabe quando foi a última vez que Soccorsi esteve com Francisco.

A vacinação contra a covid-19 no Vaticano deve começar nos próximos dias. A prioridade será dada ao “pessoal de saúde e segurança, idosos e pessoal em contato mais frequente com o público”. Não se sabe, ainda, quando exatamente o papa Francisco, aos 84 anos, receberá o imunizante.

Na vizinha Itália, a vacinação já começou. Estima-se que mais de 500 mil pessoas já tenham recebido a primeira dose.

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