Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 25 de março de 2023
Em nota, o MST informou que a ação foi realizada por mulheres ligadas ao movimento e faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra
Foto: MST/DivulgaçãoMais de 600 Famílias Sem Terra ocuparam a Fazenda São Lukas, no município de Hidrolândia, em Goiás, na madrugada deste sábado (25). Em nota, o Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) informou que a ação foi realizada por mulheres ligadas ao movimento e faz parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, que ocorre em todo país durante o mês de março. A finalidade é que a propriedade seja destinada para reforma agrária.
Segundo o MST, a área ocupada integra o patrimônio da União desde 2016. No entanto, antes, a propriedade pertencia a um grupo criminoso, condenado, em 2009, pelos crimes de exploração sexual e tráfico internacional de pessoas.
O movimento cita dados da Polícia Federal (PF), de que a quadrilha era composta a época por 18 pessoas e utilizava o local para aprisionar dezenas de mulheres, muitas delas adolescentes, que posteriormente eram traficadas para a Suíça e submetidas à exploração sexual. O esquema foi mantido por três anos e as vítimas eram, principalmente, mulheres goianas de origem humilde das cidades de Anápolis, Goiânia e Trindade. Segundo a PF, a própria fazenda foi adquirida com dinheiro oriundo do tráfico humano. Integrantes da quadrilha chegaram a estar na lista de Difusão Vermelha da Interpol para foragidos internacionais.
“Com a nossa Jornada, denunciamos o crescimento da violência contra as mulheres do campo e esta área representa o grau de violência que sofremos”, explicou em nota Patrícia Cristiane, da direção nacional do MST. Além da denúncia contra a exploração sexual das mulheres e adolescentes, a ocupação também busca que a terra cumpra sua função social.
“Exigimos que esta área, que antes era usada para violentar mulheres, seja destinada para o assentamento destas famílias, para que possamos produzir alimentos saudáveis e combater a violência”, avaliou Patrícia Cristiane.
Feminicídio
Entre os anos de 2019 e 2022 os casos de feminicídio cresceram 121,4% em Goiás. No ano passado, foram registrados 322 casos de estupro e mais de 15 mil ameaças contra mulheres no estado. Em todo país, o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) estima que apenas 8,5% dos casos de estupro não chegaram ao conhecimento da polícia.
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Agora com o Nine e o Imoraes, está proibição foi extinta! Pra esquerda, tudo liberado!
Invasao e proibida ,quem tem provas de que tudo isso aconteceu? E desculpa para invadir e o governo finacia e nao assume.
Nada melhor que um dia depois do outro!
O “sul” não para de se superar. No início a reportagem fala de 600 famílias. Depois por mulheres ligadas ao MST. É bom respeitarem os leitores e retirarem os estagiários da redação.
Porque não invadem as terras da Simone Tebet ?
Isso mesmo… aproveitem… o governo dá força. Voces tem ainda 4 anos
para tentar tomar terras, que o governo protege… Se não for agora… NUNCA MAIS. Não desistam. Peguem suas enx@d@s e foi-ces que são seus instrumentos de trabalhoe façam suas reinvidicações “Democráticas” e justas…
Não esqueçam de entrar nas fazendas fazendo o “L”… de Larápio…
Voces podem encontrar alguma resistência da polícia mas se for do Exército Brasileiro, não temam… colham suas sementes e plantem MELANCIAS….
Mais uma ação da esquerdalha socialista acobertada pelo governo petista.
Tem que fazer a reforma agrária pra quem precisa e não para esses FACISTAS DO MST.