Segunda-feira, 12 de Abril de 2021

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Política “Na semana que vem, teremos mais”, avisa Bolsonaro após indicar nome para substituir o atual presidente da Petrobras

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Presidente comentou substituição no comando da estatal durante evento em Campinas (SP)

Foto: TV Brasil/Divulgação
Presidente participou de evento militar em Campinas (SP). (Foto: Divulgação/TV Brasil)

Um dia após indicar um general da reserva para substituir o atual presidente da Petrobras, o presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (20) que precisa “trocar as peças que por ventura não estejam funcionando”. Ele também avisou que “na semana que vem, teremos mais”.

Bolsonaro indicou o general Silva e Luna para presidir a Petrobras. Se confirmada a troca, será a primeira vez desde 1989 em que um militar comandará a estatal. A medida, que depende do aval do conselho de administração da empresa, foi anunciada na sexta-feira (19) pelo chefe do Executivo, que tem reclamado dos reajustes nos preços dos combustíveis.

“Eu tenho que governar, trocar as peças que por ventura não estejam dando certo”, prosseguiu, aproveitando para dar mais uma alfinetada nos jornalistas: “Se a imprensa está preocupada com a troca, na semana que vem, teremos mais. O que não falta para mim é coragem para decidir pensando no bem maior da nossa nação”.

Já a respeito do “semana que vem tem mais”, o presidente da República não entrou em pormenores sobre o que ve por aí.

Evento em Campinas

As declarações forem feitas durante a participação de Jair Bolsonaro em um evento das Forças Armadas em Campinas (SP). Na ocasião, 419 alunos (382 homens e 37 mulheres) foram diplomados na Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx).

Cada um dos alunos – oriundos de praticamente todos os Estados – recebeu dos padrinhos uma boina de cor azul, utilizada nas escolas de formação do Exército.

Por conta da pandemia, o evento foi restrito a familiares e autoridades civis e militares. Após o Hino Nacional e o início da cerimônia, o presidente entregou o adereço a uma nova aluna e tirou fotos com outros estudantes.

A comitiva presidencial acessou o 28º Batalhão de Infantaria Leve, às margens da rodovia Anhanguera, de onde seguiu para a ExPCEx.

A comitiva foi escoltada por tanques de guerra e outros veículos militares para chegada à Escola. Desde 8h, apoiadores de Bolsonaro já estavam em frente ao local para aguardar a chegada do presidente, aglomerando-se em frente ao local.

Além de Bolsonaro, participaram do evento os ministros Fernando Azevedo e Silva (Defesa), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional) e Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo).

O presidente também estava acompanhado de seu filho Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PSL de São Paulo, e pela deputada estadual Valéria Bolsonaro, casada com um parente distante do presidente e que está sem legenda desde dezembro, quando foi expulsa do PSL-SP por infidelidade partidária.

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