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Política “Não queremos fazer parte da política”, afirma o comandante do Exército Brasileiro

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"O fato de, eventualmente, militares serem chamados a assumir cargos no governo, é decisão exclusiva da administração do Executivo", ressaltou Pujol

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
"O fato de, eventualmente, militares serem chamados a assumir cargos no governo, é decisão exclusiva da administração do Executivo", ressaltou o general Pujol. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O comandante do Exército Brasileiro, general Edson Leal Pujol, disse, durante uma transmissão ao vivo por uma rede social, que os militares não querem “fazer parte” da política nem querem que a política “entre” nos quartéis.

Pujol deu a declaração depois de o presidente Jair Bolsonaro dizer que “quando acaba a saliva, tem que ter pólvora” ao se referir à possibilidade de o País ser alvo de sanções por conta do desmatamento na Amazônia. A fala de Bolsonaro gerou críticas de parlamentares e uma onda de piadas nas redes sociais, muitas com referências ao Exército Brasileiro.

Na noite de quinta-feira (12), o comandante do Exército participou de um evento virtual promovido pelo Instituto para Reforma das Relações Entre Estado e Empresa. “Não queremos fazer parte da política governamental ou política do Congresso Nacional e muito menos queremos que a política entre dentro dos nossos quartéis. O fato de, eventualmente, militares serem chamados a assumir cargos no governo, é decisão exclusiva da administração do Executivo”, ressaltou o general gaúcho.

Segundo Pujol, nos dois anos em que ele está à frente do Exército, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas se preocuparam “exclusivamente e exaustivamente” com “assuntos militares”.

“A respeito da política e dos militares, o que eu tenho a dizer é que, nesses dois anos, o Ministério da Defesa e as três Forças se preocuparam exclusivamente e exaustivamente com assuntos militares. O nosso diagnóstico é de que precisamos aumentar, e muito, a nossa capacidade operacional”, disse o general.

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Ernildo Heitor Agostini Filho
13 de novembro de 2020 15:36

Excelente posição, o exército é para a missão de defesa da pátria e não deve se meter com a política governamental ou partidária.

Adroaldo Mousquer
13 de novembro de 2020 17:25

Já fazem. São os avalistas deste governo. O poder corrompe. Quem diria que um indesejado comandaria as forças armadas. De joelhos, plebeus.

Vanderlei Ochoa
13 de novembro de 2020 12:37

E o mega salário…mais o soldo, mais as beneces, mais as mordomias, mais o notoriedade,…..

Adri Kittler
13 de novembro de 2020 12:22

KKKKKKKKKKKKKKKKKK SE FOSSE VERDADE SERIA DIGNO DEMAIS, MAS A POLITICA DEVE SER MUITO BOA SENÃO NENHUM MILITAR SE SUGEITARIA A ESSE DESGOVERNO

Vanderlei Ochoa
13 de novembro de 2020 10:53

Mais uma vez;;;

Marcos Alves
13 de novembro de 2020 14:38

Muito bem falado. Na verdade, nos últimos anos, quem se rasga para se manter no poder é a esquerda brasileira, ou melhor, a quadrilha do PT, não se conformam em terem perdido o osso e as tetas,

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