Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 27 de março de 2021
Um novo voo de repatriação entre Portugal e Brasil deve acontecer na próxima terça-feira, dia 30, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores. Os voos entre os países estão proibidos até, pelo menos, o dia 31 de março. O objetivo é trazer brasileiros que não conseguiram retornar ao Brasil depois da suspensão temporária da rota aérea entre os países, por causa da pandemia do coronavírus.
O voo será operado pela companhia aérea Azul e o destino é o Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no interior de São Paulo. Segundo o Itamaraty, brasileiros que estão em Portugal e desejam voltar ao país devem entrar em contato com a Azul e só devem ir para o aeroporto com as passagens confirmadas.
Quatro voos desse tipo já foram realizados e trouxeram 733 cidadãos brasileiros de volta, de acordo com o Itamaraty.
Voos proibidos
Portugal suspendeu os voos entre o país e o Brasil em 29 de janeiro. Na ocasião, o Ministério do Interior português disse que a piora da pandemia de coronavírus no mundo e a detecção de novas variantes justificaram a decisão. Os voos entre Portugal e o Reino Unido também estão proibidos.
Novas orientações
Na quinta-feira (25), os aeroportos e empresas aéreas brasileiras passam a adotar as novas orientações da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso de máscaras adequadas em viagens aéreas. Fica proibido o uso de bandanas, lenços e protetores faciais do tipo “face shield” usados sem máscara por baixo. Protetores com válvula de expiração, mesmo que sejam profissionais, também não serão aceitos, assim como as máscaras de acrílico ou de plástico transparente. Essas orientações valem para passageiros e profissionais que trabalham no setor.
O aumento do rigor sobre os tipos de máscaras usadas em ambientes aeroportuários foi atualizado pela Anvisa com base em evidências científicas, no surgimento de novas variantes da Covid-19 e nas taxas de transmissão da doença.
O uso de máscaras cirúrgicas, profissionais do tipo N95, PFF2, FFP2 e as caseiras, confeccionadas em tecidos como algodão e tricoline, desde que possuam mais de uma camada de proteção e ajuste adequado ao rosto cobrindo o nariz e a boca, sem aberturas que permitam a entrada ou saída de ar e gotículas respiratórias, continuam autorizadas.
Fiscalização
A fiscalização será realizada por fiscais da Anvisa, no ambiente aeroportuário, e terá foco educativo. A Anvisa é a responsável pela vigilância em saúde em portos, aeroportos, fronteiras e recintos alfandegados. Compete à Anvisa fiscalizar e aplicar as penalidades previstas na lei que define as infrações à legislação sanitária federal e estabelece as sanções em caso de descumprimento. As informações são do portal de notícias G1 e da Anac.
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