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Política Número de candidatos que se declaram estrangeiros aumenta nas eleições deste ano

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A maior parte desses candidatos tenta uma vaga para vereador

Foto: Reprodução de TV
Sistema da urna eletrônica é adotado desde 2003 para realização das eleições no Brasil. (Foto: Reprodução de TV)

O número de candidatos registrados como brasileiros naturalizados ou estrangeiros com cidadania brasileira aumentou nas eleições deste ano em comparação com o último pleito municipal, em 2016, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Há quatro anos, 1.530 postulantes se registraram como estrangeiros, brasileiros naturalizados ou portugueses com igualdade de direitos. Já em 2020, o número subiu para 2.693, uma alta de 76%.

A maior parte dos candidatos (93%) tenta uma vaga para vereador, mas há 94 candidatos registrados como brasileiros naturalizados ou portugueses concorrendo para a vaga de prefeito, bem como 85 candidatos a vice-prefeito.

Do total de candidatos, porém, apenas 219 identificaram seus países de origem, que variam bastante. Há portugueses, argentinos, paraguaios, alemães, chineses e americanos competindo por um cargo político nestas eleições. Também há nigerianos, cubanos, sírios e japoneses entre os candidatos.

Do total dos candidatos que identificam os países, a maioria é portuguesa com igualdade de direitos políticos (42). Essa igualdade pode ser solicitada por portugueses que tenham residência habitual no Brasil há mais de três anos.

Exercer esses direitos políticos no Brasil implica na suspensão dos mesmos direitos em Portugal, o que significa que as pessoas que solicitarem e conseguirem a igualdade de direitos não poderão votar mais em seu país de origem.

Os outros candidatos estão cadastrados como estrangeiros ou como brasileiros naturalizados. Ter a nacionalidade brasileira é um dos requisitos para se candidatar a um cargo eleitoral no Brasil, juntamente com outras determinações, como ser alfabetizado, estar em dia com a Justiça Eleitoral e, caso seja homem, ter certificado de reservista.

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Laila Mendez
2 de junho de 2021 12:26

Rodrigo Maia não é chileno. Foi pra lá com sua família durante a Ditadura militar.Ele era meninno. Muita gente,saiu do Brasil, o sociólogo Fernando Henrique e outros grandes pensadores saíram daqui pra sobreviver e lutar através de jornais contra a ditadura. Até o Chile se tornar, tambémm u,a ditadura. Por trás destas ditaduras “militava” os Estados Unidos. Pois o Brasil sempre foi considerado, por seu tamanho, um “ponto” estratégico para os estadunidenses controlar a América Latiina.

João Fernando Zacher
12 de outubro de 2020 22:37

Já não chega os vigaristas que temos, ainda vem de outros países… já chega esse chileno Rodrigo Maia e o marroquino Alcolumbre…

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