Terça-feira, 02 de junho de 2026
Por Redação O Sul | 22 de outubro de 2023
Neste domingo (22), o Ministério da Saúde palestino informou que o número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 4.651 vítimas.
Foto: ReproduçãoMais de seis mil pessoas já perderam a vida na guerra entre Israel e o Hamas, que começou no dia 7 de outubro, após ataques do grupo terrorista ao território israelense.
Neste domingo (22), o Ministério da Saúde palestino informou que o número de mortos na Faixa de Gaza subiu para 4.651 vítimas.
Em Israel, foram confirmadas em torno de 1,4 mil mortes e mais de 4 mil feridos, a maior parte deles no dia 7.
Conflito entre Hamas e Israel
No dia 7 de outubro, o grupo terrorista Hamas invadiu território de Israel e matou cerca de 1.400 pessoas e sequestrou cerca de 200, que foram levadas para a Faixa de Gaza. No mesmo dia, Israel declarou guerra ao Hamas. Israel isolou o território palestino, um enclave cercado pelo território israelense, e cortou o fornecimento de energia. Cerca de 2 milhões de pessoas vivem no território, que é governado pelo Hamas. Segundo o Ministério da Saúde em Gaza, 4.651 pessoas morreram na Palestina em consequência dos ataques de Israel desde o dia 7 de outubro.
Mais de 100 caminhões com ajuda humanitária aguardam há vários dias do lado egípcio uma autorização para entrar na Faixa de Gaza, assim como dezenas de pessoas com passaportes estrangeiros esperam do lado palestino a oportunidade de entrar no Egito.
Depois de muita negociação, os israelenses permitiram a entrada de um primeiro comboio de ajuda humanitária na Faixa de Gaza, com 20 caminhões. Os veículos passaram pelo posto de Rafah, que é uma fronteira entre o Egito e a Faixa de Gaza. O posto voltou a ser fechado logo após a passagem do comboio.
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Guerras só interessam a quem as promove, que são, por coincidência os produtores de armas. A cada guerra, economia dos produtores de armas melhoram muito e seus cidadão melhoram de vida às custas de vidas de inocentes.
Israel está cercado de inimigos por todos os lados, que diariamente visam tomar o seu território legalmente constituído na Assembléia da ONU em 1948, à época presidida pelo diplomata brasileiro e alegretense, Oswaldo Aranha. Por isso Israel foi obrigado a desenvolver armas para a proteção de seu território e de seus cidadãos, um pequeno país do tamanho do RGS e uma das nações mais bem armadas do mundo E esta região é um “berçário” de terroristas, que em países como o Irã, Síria, entre outros, ensinam as inocentes crianças à odiarem o povo judeu e pegar em armas desde cedo… Leia mais »
”Crianças palestinas estão escrevendo os próprios nomes nas mãos e em outras partes de seus corpos com a intenção de facilitar o reconhecimento caso morram por conta da guerra.”😞
É incrível como a velha narrativa de matança corre no meio do cristianismo, de que matar em nome Deus, é justificável;
O grande líder Moisés, anuncia a morte dos primogênitos do Egito, depois na véspera do nascimento do Cristo, Herodes ordena a matança dos primogênitos. Agora o poderoso exército Israelense, se acha no direito de assassinarem, uma comunidade desarmada em busca de um grupo de terroristas!…