Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Por Redação O Sul | 29 de junho de 2017
O Brasil é o segundo país do mundo em que os consumidores de notícias on-line mais confiam nos veículos de comunicação, apontou um estudo realizado pelo Reuters Institute e pela Universidade de Oxford.
A pesquisa também identificou que as redes sociais, como o Facebook, perderam espaço como fontes de disseminação de informação, enquanto aplicativos de mensagem, como o WhatsApp, avançaram.
Esse movimento foi impulsionado porque os smartphones superaram os computadores e se tornaram o principal aparelho para consumidor notícias. As duas instituições ouviram mais de 70 mil consumidores de notícia on-line de 36 países.
No Brasil, o índice de confiança chegou a 60% dos entrevistados. O percentual só não é maior do que o da Finlândia, de 62%. Os pesquisadores perguntaram aos entrevistados se eles concordavam com as seguintes afirmações: “Eu acredito que você pode confiar na maioria das notícias na maior parte do tempo. Eu acredito que eu posso confiar na maioria das notícias na maior parte do tempo”. Entre os países analisados, os que registram menores indicadores de confiança são Eslováquia (27%), Grécia (23%) e Coreia do Sul (23%).
Smartphone x computador
O estudo lembra que mais de 97% das casas no Brasil possuem um aparelho de TV. Em 2015, metade dos domicílios passaram a ser atendidos com internet. Outro detalhe trazido pela pesquisa são os meios mais usados pelo brasileiro para consumir notícias. Em 2017, os smartphones assumiram a primeira posição, usados por 65% dos leitores on-line, seguidos por computadores, que têm a preferência de 62%.
Internet
A Abranet (Associação Brasileira de Internet) anunciou durante sua convenção o projeto “Brasil Conectado a 100 Gb”. Apresentada pelo presidente da entidade, Eduardo Parajo, a ideia da iniciativa é melhorar a conexão no País. Com a presença dos cem maiores provedores de internet do Brasil, o evento foi marcado pela exploração de novas frentes de negócios. “Os clientes querem internet rápida, estável e segura”, explicou Eduardo Parajo.
Para isso, o órgão está contando com a parceria da WZTECH Networks/Juniper, que oferecerá condições especiais para a aquisição dos equipamentos. “Os associados da Abranet passam a ter vantagens comerciais e técnicas ao comprar nossos equipamentos. É uma política agressiva para a construção de redes”, comentou Edson R. Cardoso, arquiteto de inovação da WZTECH Networks.
Segundo o especialista, atualmente acaba sendo mais barata a compra de equipamentos com interface 100 GB que 40 GB, principalmente quando se pensa em planejamento. “Com 100 GB, [os ISPs] começam a fornecer outros tipos de serviços que hoje os usuários não têm”, revelou Cardoso.
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