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Geral O Brasil exporta carne suína para 70 países

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O porco também é útil na medicina. (Foto: Reprodução)

A carne de porco é uma das mais tradicionais da culinária brasileira. É usada na costelinha, no presunto, no torresmo e na feijoada. Além disso, é uma carne com baixo teor de gordura.

A carne suína brasileira é exportada para 70 países e gera 600 mil empregos. Setenta por cento do rebanho está nas mãos dos produtores familiares.

Dados

De acordo com os números divulgados pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Comércio e Pecuária), as exportações do agronegócio atingiram US$ 6,16 bilhões em janeiro, em alta de 4,9% sobre os US$ 5,87 bilhões do mesmo mês no ano passado. As importações tiveram redução de 2,7%, passando de US$ 1,27 bilhão para US$ 1,24 bilhão. Como resultado, o saldo comercial no primeiro mês do ano foi de US$ 4,92 bilhões ante os US$ 4,60 bilhões de janeiro de 2017.

O agronegócio contribuiu com 36,3% do total das exportações brasileiras no mês. Nas vendas de carne suína, que passaram de US$ 137,91 milhões para US$ 110,19 milhões (-20,1%). A quantidade exportada recuou 15,8% enquanto o preço médio diminuiu 5,1%. As exportações de carne de frango somaram US$ 512,72 milhões (-13,4%), com queda no quantum exportado (-8,9%) e no preço médio (-5%).

Os cinco principais setores exportadores do agronegócio foram: carnes (19,3% de participação); produtos florestais (18,7% de participação); complexo soja (16,8% de participação); complexo sucroalcooleiro (10,3% de participação); e cereais, farinhas e preparações (8,9% de participação).

As vendas externas de carnes somaram US$ 1,19 bilhão. Houve queda do volume exportado em 5,9%, amenizada pela expansão de 3,8% no preço. A carne bovina se destacou com incremento de 24,2%. Houve expansão tanto da quantidade exportada (+15,7%) quanto do preço médio de exportação (+7,3%).

Medicina

Mas o porco também é útil na medicina. Válvulas cardíacas são feitas com material do coração. E já começaram a ser produzidos clones de animais que vão fornecer órgãos para transplantes no ser humano, sem problemas de rejeição.

Os porcos são os animais mais geneticamente modificados que existem. E foram criados para ajudar a acabar com a falta de órgãos para transplante.

Um grupo de cientistas conseguiu eliminar com sucesso nos Estados Unidos um vírus presente no DNA de 37 porcos, superando um dos maiores obstáculos à doação de órgãos do animal para seres humanos.

A eGenesis, empresa de biotecnologia americana, admite que evitar que os órgãos de suínos sejam rejeitados pelo corpo humano continua sendo um grande desafio.

Mas, segundo os especialistas, esse foi um primeiro passo promissor e animador.

O estudo, publicado na revista científica Science, começou com a análise de células da pele dos porcos.

Os pesquisadores identificaram a presença de 25 retrovírus endógenos de porco (Perv, em inglês) no código genético do animal.

Experimentos mostraram que esses vírus poderiam escapar para infectar os tecidos humanos. Os cientistas usaram então a tecnologia Crispr de edição de genes para eliminá-los.

Na sequência, aplicaram a técnica de clonagem, a mesma usada para criar a ovelha Dolly, para colocar o material genético dessas células em um óvulo de porco e criar embriões.

O processo complexo é insuficiente, mas 37 leitões saudáveis ​​nasceram. “Estes são os primeiros porcos Perv-free (sem Perv)”, afirmou à BBC Luhan Yang, cofundadora e diretora científica da eGenesis e pesquisadora da Universidade de Harvard.

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