Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 11 de setembro de 2020
A taxa de desemprego do País ficou em 13,2% na semana entre 16 e 22 de agosto, informou nesta sexta-feira (11) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio de sua Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Covid 19 (PNAD Covid 19).
Na semana imediatamente anterior, a taxa de desocupação fora de 13,6%.
Assim, 12,6 milhões de pessoas estavam desempregadas na terceira semana de
agosto, ante 12,9 milhões nos sete dias anteriores.
Na passagem de uma semana à outra, a população ocupada do País ficou
estatisticamente estável em 82,7 milhões. O nível de ocupação ficou em 48,6%, frente a 48,2% na semana anterior.
Dos ocupados, 4,8%, ou 4 milhões, estavam afastados do trabalho pelo distanciamento social naquela semana. Já 8,3 milhões trabalhavam remotamente no mesmo período.
A população fora da força de trabalho, que não estava trabalhando nem procurando trabalho, era de 75 milhões. Desses, 17,1 milhões não procuraram trabalho por causa da pandemia ou falta de vagas. Eles foram 22,9% dos que estavam fora da força.
O IBGE também informou que 7,3 milhões de estudantes (15,9%) não tiveram
atividades escolares entre 16 e 22 de agosto. Na semana anterior, segundo o IBGE, esse contingente fora de 7,6 milhões ou 16,6% dos estudantes.
Em casa
Cerca de 87,6 milhões de brasileiros, 41,5% da população, ficaram em casa e só saíram por necessidade básica na terceira semana de agosto, devido à pandemia, informou o IBGE.
Esse contingente cresceu frente à semana imediatamente anterior, que foi até 15 de agosto, quando só 86,4 milhões de pessoas (ou 40,9% da população) tiveram esse comportamento.
A parcela da população que ficou rigorosamente isolada (19,7% ou 41,6 milhões) caiu em relação à semana anterior (21,0% ou 44,4 milhões).
De acordo com o IBGE, aqueles que não fizeram restrição (2,1% ou 4,5 milhões) ficaram estatisticamente estáveis frente à semana anterior (2,1% ou 4,4 milhões). E o número daqueles que reduziram contato mas continuaram saindo de casa ou recebendo visitas (76,4 milhões ou 36,2%) cresceu na terceira semana de agosto frente aos sete dias imediatamente anteriores (74,5 milhões ou 35,3%).
Informalidade
Depois de registrar um pequeno avanço na segunda semana de agosto, a informalidade voltou a cair no País na terceira semana. Cerca de 27 milhões de brasileiros estavam trabalhando informalmente entre os dias 16 e 22 de agosto, cerca de 600 mil a menos que na semana anterior, quando este contingente somava pouco mais de 28 milhões.
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