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Cláudia Fachin O exercício físico e o combate à Covid-19

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A combinação da prática regular do exercício físico com a alimentação saudável atua como um modulador do sistema imune. (Foto: Reprodução)

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul. O Jornal O Sul adota os princípios editoriais de pluralismo, apartidarismo, jornalismo crítico e independência.

Há mais de um ano, a pandemia de Covid-19 em suas diversas manifestações, tem provocado estímulos às reflexões e aprofundamentos sobre as terapias, hábitos e rotinas como melhor direcionamento ao combate da doença.

Diferentes estudos sugerem a obesidade como um dos principais fatores de risco para as formas graves da Covid-19, aumentando as chances de um prognóstico ruim. Não é à toa que o Ministério da Saúde incluiu a obesidade como um dos principais fatores de risco para a doença. Consequentemente, a questão sobre o possível papel protetor do exercício físico, acompanhado de uma alimentação adequada e balanceada, surgiu também como pauta como uma das prevenções para complicações da Covid-19.

Não é novidade que a combinação da prática regular do exercício físico com a alimentação saudável atua como um modulador do sistema imune, de forma a estruturar progressivamente a resposta fisiológica à minimização dos danos de diversas doenças respiratórias.

De acordo com o cardiologista Roberto Borges, do Centro Especializado em Medicina do Coração (Cemcor), o exercício físico proporciona o aumento da imunidade. Durante a atividade física, uma série de mudanças metabólicas pró-imunes e anti-inflamatórias são liberadas. Tais efeitos levam ao melhor controle da resposta inflamatória, reduzem os hormônios do estresse e resultam em menor incidência, intensidade de sintomas devido a ocorrência de infecções virais.

A prática de atividades físicas também é extremamente benéfica para a plena recuperação física e emocional para quem teve o diagnóstico positivo para a Covid-19. Uma avaliação médica para o retorno é essencial para rastrear eventuais sequelas, considerando que as principais complicações da Covid-19 comprometem o sistema cardiovascular.

Um exemplo de protocolo específico para receber alunos pós-Covid-19 é o desenvolvido pelo Body Lounge, um estúdio que une tecnologia de ponta e atividade fitness para promoção da saúde e relaxamento das tensões do dia a dia, em Porto Alegre.

No local, o aluno que testou positivo para Covid-19 passa por uma consulta com cardiologista, onde exames básicos orientados pelo profissional podem estabelecer os riscos, descartar eventuais complicações e projetar uma reabilitação adequada.

 

Por Cláudia Fachin,
Educadora física e empresária

 

Esta coluna reflete a opinião de quem a assina e não do Jornal O Sul.
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