Quinta-feira, 14 de maio de 2026

Porto Alegre

CADASTRE-SE E RECEBA NOSSA NEWSLETTER

Receba gratuitamente as principais notícias do dia no seu E-mail.
cadastre-se aqui

RECEBA NOSSA NEWSLETTER
GRATUITAMENTE

cadastre-se aqui

Mundo O exército israelense confirmou que um de seus drones caiu no Líbano

Compartilhe esta notícia:

O incidente está sendo investigado pelos militares. (Foto: Freepik)

O Exército de Israel confirmou, nesse sábado, que um de seus drones caiu na noite de sexta-feira no sul do Líbano e afirmou que isto não supõe nenhum risco de perda de informação, informaram fontes militares oficiais, através de um comunicado oficial.

Ontem à noite, um veículo aéreo não-tripulado caiu em uma região aberta no sul do Líbano, devido a um problema técnico. O incidente está sendo investigado”, afirmou a nota militar, acrescentando que “não existem riscos de vazamento de informação”, sem dar mais detalhes sobre o fato.

De acordo com a televisão libanesa “Al-Manar”, do grupo xiita Hezbollah, o fato aconteceu por causa de um segundo drone que disparou um míssil, derrubando o aparelho israelense.

O drone caiu entre as aldeias de Baraachit e Beit Hanoun, precisou a Agência Nacional de Notícias libanesa.

Hezbollah, que enfrentou Israel na guerra de 2006, controla na prática a área do sul do Líbano onde caiu o drone, localizada a 10 quilômetros da fronteira libanesa.

Não é a primeira vez que um incidente deste tipo ocorreu; no ano passado, vários drones israelenses caíram região sul do Líbano.

Faixa de Gaza

Israel aumentará a intensidade de sua resposta caso os protestos violentos na Faixa de Gaz junto à fronteira comum, continuem a acontecer, afirmou a jornalistas o porta-voz do exército israelense, brigadeiro-general Ronen Menelis.

Se o Hamas pretende continuar assim e transformar a cerca (da fronteira com Israel) em um lugar de eventos violentos diários até o dia 15 de maio (quando os organizadores devem terminar as manifestações da chamada Grande Marcha do Retorno), não vamos permitir esse jogo de pingue-pongue, eles cometendo atos terroristas camuflados de protestos e nós reagindo. Iremos além para acabar com a violência”, disse Menelis.

O porta-voz também ressaltou que o exército israelense tinha limitado sua resposta àqueles que ontem tentavam ultrapassar a fronteira. “A infiltração em outro país soberano é algo que nenhum país tolera, e nós também não”, declarou.

Milhares de palestinos foram na sexta-feira para a fronteira que separa Gaza de Israel – mais de 30 mil, segundo o exército, e 40 mil, de acordo com fontes palestinas – exigindo o direito ao retorno dos palestinos às terras que tiveram que deixar ou das quais foram expulsos durante a Guerra de Independência israelense de 1948.

O Ministério da Saúde do Hamas disse que 15 pessoas morreram e 1.400 ficaram feridas – cerca de 800 atingidas por tiros -, e Manelis argumentou que todos os que morreram o foram porque estavam cometendo ações violentas durante os protestos.

Ontem enfrentamos uma manifestação violenta e terrorista em seis pontos ao longo da fronteira”, disse o porta-voz, garantindo que o exército usou “fogo dirigido” onde havia tentativas de violar a cerca de segurança.

Manelis afirmou que “quase todos os mortos eram homens de 18 a 30 anos, muitos deles eram conhecidos e pelo menos dois eram membros de um comando do Hamas”.

Os confrontos de ontem foram os mais letais desde a guerra de Gaza de 2014. O exército israelense usou fogo real, balas de borracha e gás lacrimogêneo (lançados a partir de drones) para evitar que os milhares de cidadãos de Gaza se aproximassem da cerca de fronteira.

O exército disse que os manifestantes lançaram bombas incendiárias e pneus em chamas em direção aos soldados e que houve um episódio no qual foram utilizadas armas de fogo.

Ontem à noite, os líderes do Hamas pediram aos manifestantes para se retirarem da volátil região de fronteira até o dia seguinte.

Compartilhe esta notícia:

Voltar Todas de Mundo

Deixe seu comentário

Os comentários estão desativados.

Presidente da Argentina vai repatriar mais de 1 milhão de dólares que possui nas Bahamas
Relatório indica que o número de mortes provocadas pela Aids no mundo caiu 26% nos últimos cinco anos
Pode te interessar