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Brasil O IBGE diz que cerca de 13 milhões de brasileiros retornaram ao trabalho desde maio

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A pesquisa foi feita pelo Instituto DataSenado. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) estima que quase 13 milhões de brasileiros afastados do trabalho em maio por causa da pandemia já retomaram as atividades presenciais. Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (25) e são um recorte do período de maio a setembro.

Em maio, o número de pessoas ocupadas, mas afastadas do trabalho era de 20% da força de trabalho. Atualmente, o número de pessoas ocupadas e afastadas do trabalho é de 3,4 milhões – o equivalente a 4,2%.

A mesma pesquisa mostrou que cerca de seis milhões de pessoas não tomaram qualquer medida de restrição para evitar o contágio pela Covid-19. O levantamento também mostra que a população desocupada estabilizou em 13 milhões.

Economia

Com servidores trabalhando de casa, o governo federal já economizou cerca de R$ 1 bilhão durante a pandemia do novo coronavírus, entre abril e agosto.

O Ministério da Economia informou à CNN Brasil que este valor considera a redução de R$ 859 milhões nos gastos de custeio e a diminuição de R$ 161 milhões nos pagamentos de auxílios para os servidores, em comparação com 2019.

Cargos de professores, administrativos, assistência jurídica, informática, comunicação social são exemplos de atividades que estão sendo mantidas a distância. Após a pandemia, se houver interesse por parte do servidor e do órgão, poderá continuar assim.

Num detalhamento das despesas de custeio, o governo federal conseguiu economizar R$ 471 milhões somente com diárias, passagens e despesas com locomoção.

Já o custo a conta de luz ficou R$ 255 milhões menor, e o serviço de água e esgoto caiu R$ 32 milhões. Algo bem típico do serviço de escritório, as cópias e reproduções de documentos que deixaram de ser feitas neste período geraram uma economia de R$ 9 milhões.

“O trabalho remoto veio para ficar. A pandemia mostrou que temos ferramentas tecnológicas que permitem que uma parte do serviço público possa ser feita de qualquer lugar. A gente acredita que mesmo voltando a normalidade, uma parte vai poder continuar sendo feita a distância, sem prejudicar o serviço para o cidadão”, afirmou à coluna o Secretário de Gestão do Ministério da Economia, Cristiano Heckert.

O governo não trabalha com a hipótese de pagar um auxílio pelo trabalho remoto, apesar da mudança na rotina — motivo de reclamação entre servidores por causa do aumento de custos pessoais.

“O servidor economiza com deslocamento, com roupa, ganha a conveniência de estar próximo da família. É um balanço que cada pessoa faz de acordo com a realidade pessoal”, argumenta o secretário.

Foram colocados computadores, cadeiras e mesas à disposição dos servidores para uso em casa, mediante assinatura de termo de responsabilidade.

Haverá ainda uma ferramenta para medir o desempenho de quem está em teletrabalho.

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