Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

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Saúde O Ministério da Saúde prorroga a campanha de vacinação contra a gripe

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Campanha de vacinação no Brasil.

Foto: Reprodução
O plano é de produzir no Brasil para atender o mercado doméstico e exportar para o resto da América Latina. (Foto: Reprodução)

O Ministério da Saúde anunciou a prorrogação da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe até o dia 30 de junho. A campanha teve três fases, sendo que a terceira fase (dividida em duas etapas) iria até o dia 5 de junho. Porém, o baixo índice de vacinação de grupos prioritários motivou a prorrogação da campanha.

Os grupos prioritários da terceira fase são formados por pessoas com deficiência, crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas, professores e pessoas de 55 a 59 anos de idade.

De 77,7 milhões de pessoas que fazem parte desse público, apenas 63,53% receberam a vacina. O Ministério da Saúde espera, com a prorrogação, alcançar mais 28,3 milhões de pessoas.

A vacina contra influenza não tem eficácia contra o novo coronavírus, porém, neste momento, ajuda os profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para a covid-19, já que os sintomas são parecidos.

E, ainda, ajuda a reduzir a procura por serviços de saúde, já bastante demandados por conta da epidemia do novo coronavírus.

Até o momento, 74,9 milhões de doses da vacina já foram distribuídas aos estados para garantir a imunização do público-alvo da campanha.

Os professores, parte do grupo prioritário, devem apresentar o crachá funcional para comprovar o vínculo com alguma instituição de ensino.

Doença sazonal

As gripes costumam atacar durante uma temporada específica –de abril a outubro, com pico no inverno. É o que se chama de gripe comum, ou sazonal. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a gripe sazonal afeta de 5% a 10% da população mundial, e causa cerca de 650 mil mortes por ano, sendo que crianças, idosos e pessoas com determinadas doenças são as principais vítimas.

Sintomas da gripe

O termo “gripe” costuma ser usado de forma genérica para denominar infecções respiratórias virais, como as causadas por rinovírus, coronavírus, parainfluenza, vírus sincicial respiratório (VSR), adenovírus etc. Os sintomas do resfriado são parecidos, só que são mais brandos e duram menos tempo (cerca de quatro dias).

Já a gripe de verdade, causada pelo influenza, costuma “derrubar” muito mais a pessoa, pois o vírus é mais agressivo, gerando um quadro inflamatório mais acentuado. A febre alta de início súbito é uma característica importante da gripe que não aparece no resfriado.

Principais manifestações: Febre elevada (acima de 38 ºC), de início súbito e persistente; dor de cabeça (cefaleia); dor muscular (mialgia); dor nas articulações (artralgia); dor de garganta; tosse seca; calafrios; prostração (fraqueza); secreção nasal excessiva (nem sempre presente) e perda de apetite.

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