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Brasil O ministro da Economia diz que só prorroga o auxílio emergencial se houver congelamento de verbas para educação e segurança

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Em resposta a declarações de parlamentares em favor da retomada do benefício, ministro cobrou responsabilidade fiscal da classe política. (Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

A volta do auxílio emergencial aos mais vulneráveis está atrelada ao fim de “aumento automático” para educação, segurança e reajuste de salários de funcionários públicos, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes. Nesta terça-feira (26), ao lado de Bolsonaro Guedes argumentou que gastos fixos e indexados no Orçamento impedem esse tipo de ação social.

O benefício foi concedido no ano passado para minimizar os efeitos econômicos da pandemia sobre trabalhadores informais. O valor inicial de R$ 600 foi reduzido a R$ 300 no fim do ano, mas a última parcela foi paga em dezembro.

O ministro ainda criticou quem pede o impeachment de Bolsonaro por sua atuação em relação à pandemia. Para ele, o movimento é uma “sabotagem” à democracia brasileira. Usando uma metáfora de guerra, ele pediu adesão dos políticos à responsabilidade fiscal e afirmou que o país não pode gastar demais e deixar a conta para ser paga por futuras gerações.

Guedes quis tranquilizar os que pedem algum tipo de auxílio diante do recrudescimento da pandemia. Ele afirmou que, “caso o pior aconteça”, o governo sabe o que fazer.

“Não pode ficar gritando guerra toda hora. Nós temos que ter muito cuidado. Quer criar o auxílio emergencial de novo, tem que ter muito cuidado, pensa bastante. Porque se fizer isso não pode ter aumento automático de verbas para educação, para segurança pública, porque a prioridade passou a ser absoluta (para o auxílio)”, disse Guedes, durante evento virtual com investidores internacionais.

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