“Certamente ele [Bolsonaro] poderia ter um apoio, se ele loteasse o cargo de ministro da Educação, de centenas ou talvez duas centenas de apoiadores, se ele chegasse para um grupo político e dissesse: vocês me apontam um ministro, e eu quero em troca 100 votos, 150 votos. Parece um absurdo, mas isso foi feito no passado, de uma maneira muito ostensiva, mas ele não fez isso. Pelo contrário, ele pagou o preço de colocar alguém que nem conhecido era, um pastor, como sou, embora não esteja aqui fazendo pregação, nem no MEC, minha visão é outra sobre meu trabalho.”
Em evento do Ministério da Saúde, há cerca de uma semana, o titular do MEC disse que “desconstruções” de valores, de “absolutos” e de “certezas” promovidas por livros didáticos antigos distribuídos pela pasta e por “pedagogias e filosofias equivocadas” criaram “verdadeiros zumbis existenciais” e contribuem para doenças que podem levar ao suicídio.
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