Quinta-feira, 27 de agosto de 2026
Por Redação O Sul | 4 de abril de 2019
Menos de 24h após criar um perfil no Twitter, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, já é alvo de memes e brincadeiras. O principal motivo é a última postagem, na qual o ex-juiz aparece em uma foto segurando um calendário da Caixa Econômica Federal com o dia desta quarta-feira (04), em destaque. O objetivo da publicação é provar que o perfil na rede é verdadeiro.
“Provando que esse twitter é meu mesmo [o que é um pouco inusitado]”, escreveu o ministro. A publicação curiosa já rendeu mais de 75 mil likes e 11 mil retuítes ao ministro. O post é o segundo em que Moro busca mostrar a veracidade da conta. Horas antes, o ex-juiz da Operação Lava-Jato publicou: “Este twitter é meu mesmo, Sérgio Moro.”
Moro declarou que aderiu à rede social por ser um “instrumento poderoso de comunicação” e informou que a ideia é divulgar projetos e propostas do ministério, como o projeto de lei anticrime, que espera tramitação na Câmara dos Deputados e já rendeu desentendimento com o presidente da Casa, o deputado Rodrigo Maia.
O ministro recebeu as boas vindas do presidente Jair Bolsonaro e do atual juiz da Operação Lava-Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas. Em pouco tempo no Twitter, Moro já conseguiu um total de 275 mil seguidores. Em sua primeira hora na rede social, o saldo já era de 25 mil pessoas seguindo o ministro.
Estreia comentada
Ao estrear na rede social nesta quinta-feira, o ex-juiz foi indagado por seguidores: “é conje ou conge?”. Um erro crasso, em que chama “cônjuge” de “conge”, cometido e repetido pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, viralizou em vídeo nas redes sociais.
Em audiência pública da CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado na semana passada, Moro por duas vezes pronunciou a palavra de forma errada ao explicar um dos pontos de seu pacote “anticrime” aos senadores. Moro disse que resolveu aderir ao Twitter pois é um instrumento poderoso de comunicação. “A ideia é divulgar os projetos e as propostas do Ministério da Justiça e Segurança Pública”, destacou.
O ministro pretende defender pela rede o controverso pacote anticrime, conjunto de propostas enviada ao Congresso para endurecer ações de segurança pública. “Quero explicar aqui o projeto de lei anticrime, além das medidas executivas em andamento do Ministério”, tuitou.
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