Quarta-feira, 27 de maio de 2026
Por Redação O Sul | 9 de março de 2021
O ministro Gilmar Mendes, do STJ (Supremo Tribunal Federal), foi o primeiro a votar na retomada do julgamento na Segunda Turma, nesta terça-feira (9), que discute a atuação do ex-juiz federal Sérgio Moro nos processos abertos contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a partir das investigações Operação Lava-Jato. Segundo ele, a Justiça Federal estaria vivendo “uma imensa crise a partir deste fenômeno de Curitiba”.
Na avaliação do ministro, o ex-juiz agiu com parcialidade ao condenar o petista por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Caso os colegas sigam o entendimento e formem maioria para declarar a suspeição de Moro, todas as provas reunidas contra o ex-presidente podem ser anuladas, incluindo o acervo que embasa as demais ações penais contra Lula.
Conhecido crítico aos métodos da Lava-Jato, Gilmar reuniu em seu discurso um compilado de votos anteriores em que alertou para o modus operandi da operação. Segundo o ministro, a história recente do Poder Judiciário ficará marcada pelo ‘experimento de um projeto populista de poder político’.
“O resumo da ópera é: você não combate crime cometendo crime. Ninguém pode se achar o ó do borogodó. Cada um terá o seu tamanho no final da história. Calcem as sandálias da humildade. Eram as palavras daquele que vos fala em dezembro de 2016. Na presença dos membros da Lava Jato e do juiz Sérgio Moro”, lembrou o ministro. “O combate à corrupção é digna de elogios. Mas o combate à corrupção deve ser feito dentro dos moldes legais. Não se combate crime cometendo crime”, acrescentou.
Para se declarar “insuspeito” no julgamento, Gilmar lembrou ainda que não chegou ao tribunal pelas mãos de ex-presidente petistas e, por isso, não pode ser acusado de nutrir “simpatia” ou de ter “envolvimento com o PT”.
“Não obstante eu sempre soube distinguir o que é ser adversário do que é ser inimigo. E eu tentava dizer isso dos próprios próceres do PT. A democracia exige oposição, adversariedade, mas ela não pode tolerar com um modelo do amigo e inimigo. Não é disso que se cuida. Quem está na oposição hoje pode estar no poder amanhã. Para isso é preciso que ele subsista, e não que seja extinguido”, disse. “Não tenho políticos de predileção. Agora acho que não se pode permitir fazer política por meio da persecução penal”, completou.
Durante o discurso, o ministro fez críticas contundentes às “alongadas prisões de Curitiba” e às “intenções espúrias da força-tarefa no sentido de hastear sobre toda e qualquer investigação relacionada à criminalidade econômica no País”.
“Em atuação de inequívoco desserviço e desrespeito ao sistema jurisdicional e ao Estado de Direito, o juiz irroga-se de autoridade ímpar, absolutista, acima da própria Justiça, conduzindo processo ao seu livre arbítrio, bradando sua independência funcional. É inaceitável, sob qualquer perspectiva, esse tipo de comportamento, felizmente raro”, disse sobre a conduta de Moro. “A Justiça Federal está vivendo uma imensa crise a partir deste fenômeno de Curitiba, que se nacionalizou”, acrescentou.
Na avaliação do ministro, os métodos de Curitiba teriam “contaminado” também a 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, responsável pelos processos da Lava Jato fluminense. “A tal 7ª vara do Rio de Janeiro, não sei porque o escândalo ainda não veio à tona, mas o que se fala em torno dessa vara também é de corar frade de pedra”, disparou.
O ministro ainda lembrou da condução coercitiva de Lula para ser interrogado pela Polícia Federal nos autos da Operação Alethea, 24ª fase da Lava-Jato, ordenada pelo então juiz Sérgio Moro. Para Gilmar, a determinação foi um “hediondo estado-espetáculo de caráter policialesco”. “O que justificaria a solução de submeter o ex-presidente do constrangimento de uma condução sob vara?”, questionou.
Gilmar Mendes também disse que Moro agiu para “preservar o seu projeto de poder” ao se manifestar contra o cumprimento da decisão, tomada no plantão judiciário pelo desembargador do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, Rogério Favreto, que mandou soltar o ex-presidente, preso em Curitiba havia quase três meses, em julho de 2018.
O ministro Kassio Nunes Marques pediu vista (mais tempo para análise) e suspendeu nesta terça-feira (9) o julgamento sobre a parcialidade do ex-juiz federal Sérgio Moro ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá. Não há previsão para quando o caso vai ser concluído pela Segunda Turma. O julgamento está empatado, mas a ministra Cármen Lúcia avisou que vai se manifestar novamente sobre a ação, mesmo já tendo votado no início do julgamento, em dezembro de 2018. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Claro Gilmar Beiçola, faltou prender você!!!
Não Tinha Como Lula Não Ser Condenado ?
Quanta ignorência, ou você bebe ou gosta de se passar por idiota, não diz nada que preste, pessoa infeliz!!!
até o Obama chamou teu cumpanheiro decriminoso, chefe d quadrilha…apenas seus amigos corruptos do stfake o liberaram…bem simples!
É. Aos poucos a verdade aparece. Foi golpe, portanto, temos um governo eleito em cima de mentiras. Agora a justiça que antes serviu, passa a não prestar, pois não é mais cúmplice.
O STF é formado por 11 e apenas 3 mandam nessa merda toda e tomam as mais importantes decisões do pAÍS , ONDE ESTÃO OS DEMAIS///???Como podem deixar dois ou tres advogados falidos indicados por corruptos analisarem casos de complexcidade e de decisdões que norteiam a vida dos brasileiros de bem???E NINGUÉM VAI FAZER NADA???ONDE ANDAM OS BRASILEIROS QUE APLAUDIRAM O DR MORO????COVARDES!!!!!!
q inflação?q genocidio? vagabundo defensor de criminosos, coruuptos, imorais, fornicadores, abortistas, drogas …
Final das contas o desprestígio do Trf4 apenas pq tinha uns amarelinhos nas ruas e tudo podia ser feito naquele momento. Bastou inflação, genocídio e corrpuçao no atual governo que tudo mudou.
A maior crise da história do Judiciário brasileiro, está sendo promovida pelos Ministros do STJ. Infelizmente.
Fantastico… com o dinheiro que o lula roubou do povo brasileiro….. ele pode ficar “alimentando” o judiciário por décadas…. Fantastico…. ele NÂO gasta 1 centavo para se defender….O PT paga estas ações todas…. com o nosso dinheiro… novamente… Fantastico…. o escritorio de advocacia que movimenta todo este CIRCO…. é de um IRMÃO do lula…. ele cobra o que ele quiser…. e depois divide com o Lula…. Não é Fantastico…. qual povo no Universo iria ver isso acontecer e ficar calado….pagando??? Imaginem …. um cachaceiro, analfabeto, consegue aplicar um GOLPE desses ….Imaginem o tamanho da BURRICE DE UM POVO QUE ACEITO… Leia mais »
tem 2 opçoes para querer o lula de volta.:
1 – ou vc bebe o leite das tetas da corrupção
2 – ou vc é igual a ele…(Desonesto, ladrão, Corrupto)…
Em qualquer das opções vc é uma pessoa que NÃO o que bebe/come…!!
Não vale o que come&bebe…
Pra mim, quem gerou crise na Justiça Federal foi o próprio STF. Estão destruindo o Brasil. E os Senadores acovardados, submissos como cordeirinhos sendo levados para o abate.
Gilmar invertendo valores.
Por favor onde anda a OAB e os demais ministros?
São todos coniventes com esta putaria?
Claro que causou uma imensa crise,pois começaram a caçar o bando de ladrões e corruptos deste país.Fora STF
A crise maior que existe na justiça brasileira é uma instituição chamada STF que julga confirme a ideologia dos sete nomeados por ladrões Luladrao e Dilmanta, pois eles já se declararam a favor de bandidos e não do povo brasileiro, mas ainda dá tempo de ligar o Jipe. …