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Brasil O preço médio da gasolina nas bombas caiu pela 12ª semana seguida, disse a Agência Nacional do Petróleo

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De acordo com levantamento semanal da agência, preço do litro do diesel também recuou. (Foto: Agência Brasil)

O preço médio do litro da gasolina nas bombas recuou 0,3% na semana, de acordo com levantamento divulgado pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) na última sexta-feira (2). Foi a 12ª queda semanal consecutiva.

Segundo o levantamento, o preço do litro da gasolina recuou de R$ 4,324 para R$ 4,312.

Na semana, o valor do litro do diesel também teve queda, de 0,5%, passando de R$ 3,537 para R$ 3,521, segundo a agência. Por fim, o preço do etanol subiu 1,1% – o litro aumentou de R$ 2,758 para R$ 2,788.

O valor do litro dos combustíveis é uma média calculada pela ANP com base em dados coletados em diversas cidades. Os preços, portanto, podem variar de acordo com a região.

Ao longo do ano, o preço do litro da gasolina nas bombas já recuou 0,7%, o do diesel acumula alta de 2%, enquanto o valor do etanol caiu 1,5%.

Preço nas refinarias

Na quinta-feira (1º), a Petrobras elevou em 3,75% o preço do diesel e em 4% o preço da gasolina nas refinarias.

Com o aumento anunciado, o preço médio do litro diesel aumentou de R$ 0,0757 passando de R$ 2,0205 para R$ 2,0962. Já o preço da gasolina subiu R$ 0,0658, com o litro passando, na média, de R$ 1,6457 para R$ 1,7115.

Gás de cozinha

Com a promessa de derrubar o preço do gás natural em até 40%, a nova política para o setor precisará de medidas adicionais para que a redução chegue à cozinha do brasileiro. Estudo divulgado pelo Ministério da Economia lista três medidas para melhorar a competitividade do preço aos consumidores residenciais.

Produzido pela Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria da pasta, o documento defende o fim da política que concentrou o mercado de GLP (Gás Liquefeito de Petróleo) nos botijões de até 13 quilogramas (kg). A medida pode ser implementada ainda neste mês.

O documento também pede que o CNPE (Conselho Nacional de Política Econômica) recomende à ANP (Agência Nacional do Petróleo) um posicionamento sobre duas medidas anunciadas pelo governo: a liberação da venda fracionada de gás de cozinha e o enchimento de um mesmo botijão por diferentes marcas.

“Entende-se que essas mediadas constituem o ponto de partida para um processo de abertura efetiva do mercado de GLP à multiplicidade de agentes em todos os elos da cadeia, de modo a proporcionar benefícios aos consumidores em decorrência do aumento da concorrência”, destacou o documento. “Nesse sentido, a Secap visa contribuir com a discussão, para que os benefícios advindos do choque de energia barata também possam ser auferidos pelos consumidores residenciais do botijão de gás de cozinha”, diz o documento.

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