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Brasil O presidenciável Geraldo Alckmin levou à TV solidariedade a Bolsonaro, mas disse que o ódio cresceu com o PT e prosperou com radicais

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Tucano foi sabatinado sobre diversos temas, como o combate à corrupção. (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, levou no sábado (8), em programa eleitoral na TV, uma mensagem de solidariedade ao candidato Jair Bolsonaro (PSL), mas disse que o “ódio que divide o país cresceu com o PT” e “fez prosperar radicais de um lado e de outro”.

Bolsonaro levou uma facada no abdômen durante um ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG) na última quinta-feira (6). Ele se recupera no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

“Mais que nunca, o país precisa de pacificação. O ódio que divide o País cresceu com o PT e fez prosperar radicais de um lado e de outro. Isso não serve a nenhum brasileiro de bem”, afirmou o tucano na TV.

O candidato do PSDB, que tem o maior tempo de propaganda na TV, disse no programa do último sábado que o Brasil inteiro está “estarrecido” com o ato de violência contra Bolsonaro. E que é hora de se fazer uma reflexão.

O ex-governador de São Paulo ressaltou que “não é na bala e nem na faca que vamos construir esta nação”. E se colocou como candidato do diálogo e da pacificação.

Integrantes do comitê tucano afirmaram à reportagem que não irão recuar nos ataques a Bolsonaro – apenas neste primeiro momento, enquanto o candidato se recupera no hospital, o tom da propaganda foi amenizado. Mas, a previsão da campanha, é retomar o roteiro inicial de confronto com o candidato do PSL já nesta semana.

Na peça que levou à TV no sábado, Geraldo Alckmin relembrou o episódio envolvendo o sequestro da filha do empresário e apresentador Silvio Santos, em 2001. Naquela ocasião, após pago o resgate, o sequestrador voltou à casa de Silvio Santos e o manteve refém. O sequestrador, para se entregar, exigia garantia de vida.

O programa diz que “só um homem poderia atender ao seu apelo: Geraldo Alckmin”.

“Todo mundo dizendo para eu não ir. Mas eu lembrei de um professor na faculdade que dizia: quando você tiver um caso muito grave, não se omita”, disse o tucano. “Fui lá, entrei na casa. Resultado: sequestrador preso, vítima liberta e salva”.

O candidato do PSDB também levou ao ar palavras da senadora Ana Amelia, a vice na sua chapa.

 

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