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Brasil O presidente do PDT disse que o PT não tem autoridade de cobrar nada, pois nunca quis apoiar ninguém

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"Desde o surgimento da urna eletrônica, nossa referência, Leonel de Moura Brizola, já defendia uma coisa simples de se fazer: a impressão do voto", diz Lupi. (Foto: Wilson Dias/ABr)

Depois de o senador eleito Cid Gomes (PDT-CE), irmão de Ciro Gomes, fazer um discurso num evento com petistas dizendo que o PT vai perder as eleições, e que o partido tinha que ter humildade e pedir desculpas, o presidente do PDT, Carlos Lupi , corroborou na terça-feira a fala de Cid, afirmando que as declarações do senador eleito expressam a visão majoritária do partido. Lupi disse ao jornal O Globo que o PT não tem autoridade para cobrar posições de ninguém, pois nunca quis dar apoio, apenas receber.

“O Cid está representando a voz majoritária no partido e dos eleitores. Mesmo assim a gente vai votar nele (em Haddad”, disse, pelo telefone.

Perguntado sobre o impacto que o discurso de Cid poderia causar na campanha de Fernando Haddad, Lupi minimizou: “não vai atrapalhar”. No entanto, ele acha que o PT não tem o direito de reclamar da fala de Cid.

“O PT não tem autoridade para dizer o que os outros devem dizer. Cada um diz o que quer. A cultura do PT é de só querer apoio e nunca querer apoiar ninguém. Isso gera sequelas”, concluiu.

Lupi está no Rio de Janeiro, e na segunda-feira esteve em São Paulo em ato de apoio ao candidato ao governo Márcio França (PSB). Enquanto isso, o PT comandava em Brasília uma agenda para tentar agrupar a esquerda em apoio a Haddad. O PDT não participou do ato e nem mandou representante. Ciro Gomes, que ficou em terceiro lugar na disputa presidencial, viajou na semana passada para a Europa com a mulher, sem novas declarações sobre apoio no segundo turno.

A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, disse na segunda-feira que a legenda não tem que “pedir desculpas por ter chegado ao segundo turno”. A frase, segundo participantes da reunião, foi endereçada ao pedetista Ciro Gomes e ao seu partido, que não enviou representante ao encontro de siglas, na sede do PSB, em Brasília.

PDT no Rio apoia Eduardo Paes

Um dia depois de Pedro Fernandes, candidato do PDT ao governo do Rio de Janeiro que ficou em quinto lugar, declarar apoio ao ex-juiz Wilson Witzel (PSC) no segundo turno, o PDT anunciou que vai apoiar a candidatura de Eduardo Paes (DEM).

Em nota assinada por Lupi, o partido resolveu apoiar Paes por quatro compromissos assumidos pelo ex-prefeito do Rio:defesa da democracia e das liberdades individuais; defesa da soberania nacional; desenvolver em todo Estado do Rio programa de educação inspirado nos CIEPs, levando escola pública de qualidade e em tempo integral para todos os municípios fluminenses; e não privatizar a Cedae.

Na segunda-feira, Pedro Fernandes, que é deputado estadual, acompanhou um corpo a corpo do candidato do PSC na feira da Rua Aguiar, na Tijuca, Zona Norte da capital. Ele ainda sinalizou que votará em Jair Bolsonaro (PSL) para presidente.

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